Intuição: Sagrada ou Suprimida? (2/2)

>Coluna: Kleiton Luiz 2 Comentários »

Após o Renascimento (Idade Moderna) surge uma época que chamamos de “Iluminismo”. O iluminismo é marcado pelo explendor da crítica, da razão e pelo avanço da ciência.

Já no século XVII surge a chamada “revolução científica”, que dita os parâmetros da sociedade até os dias atuais. O método científico, que por um lado trouxe muitos benefícios para a sociedade em geral, proporcionando descobertas e mudanças de paradigmas, por outro lado suprimiu por completo o empirismo, ou seja, a capacidade do ser humano utilizar as próprias experiências como dados científicos válidos. Veja mais

Algumas orientações para a criação de novos grupos gnósticos

>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos 13 Comentários »

Várias pessoas que entram em contato com as propostas do gnosticismo samaelita perguntam como podem iniciar os estudos ou estabelecer uma forma de estudo organizado em grupo e qual a metodologia indicada pelo sistema gnóstico para este fim. Diante disso gostaria de colocar algumas idéias e orientações simples que podem ajudar os novos estudantes ou grupos de estudo do gnosticismo a realizarem seu trabalho. Veja mais

O falso gnosticismo

>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos 10 Comentários »

As pessoas que iniciam seus estudos sobre o gnosticismo samaelita normalmente tem a falsa impressão de que todo grupo ou instituição que diz ser “gnóstica” realmente o é e que o gnosticismo é um todo único, coeso e harmônico. Isso não é verdade. A grande maioria das instituições e grupos que se dizem gnósticos não o são e suas palestras e cursos pregam algo diametralmente oposto aos preceitos do gnosticismo. Veja mais

Escolas são jaulas?

>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos 3 Comentários »

“As escolas são jaulas onde a mente cai prisioneira”
(Samael Aun Weor)

No início certamente as escolas podem ser instrumentos de grande utilidade para a consciência que carece de nível de Saber. Toda jornada prática exige muita base teórica para que seja empreendida com eficácia. Além disso a escola oferece um ambiente propício para testes, para experimentos, onde podemos testar, ousar, sem correr grandes riscos já que estamos sendo acessorados por professores mais experientes e por um grupo que nos dá suporte.

Mas quando a escola perde esse caráter de instrumento de apoio, quando ela se torna o propósito de nossa dedicação, então ela se converteu em uma jaula, em um falso ídolo.

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Princípios da Gnose Samaelita (II): Estrutura da Igreja Gnóstica

>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos 9 Comentários »

Mesmo nascendo sob ideais de total liberdade institucional, durante a década de 60 os dirigentes do Movimento Gnóstico perceberam a necessidade da organização dos estudos gnósticos sob um sistema mais concreto pois eram muitos os estudantes que, devido a sua inexperiência esotérica, não sabiam como aplicar as técnicas do gnosticismo samaelita de forma efetiva.

As bases para esta estrutura já estavam todas disponíveis. O ritual fundamental do gnosticismo, a Missa Gnóstica, já havia sido publicada na década de 50 e, a partir deste ritual e de várias outras indicações ritualísticas foi estruturada a Liturgia Gnóstica. Esta liturgia estabelece a base organizacional e morfológica para os trabalhos práticos da Igreja Gnóstica nos Lumisiais.

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Carta Aberta a um fórum gnóstico

>Coluna: Luciane Brum, Ensinamento Gnóstico 7 Comentários »

Alguns dias atrás me deparei com alguns fóruns gnósticos. Um em particular me chamou atenção, pois ele não tinha o objetivo de se discutir, debater e “conversar” sobre gnose, mas o de defender Samael Aun Weor.  Replico neste espaço o que postei no fórum, (que até agora não foi aprovado) mas acho importante deixar claro que a figura de Samael não serve para idolatrias, e posturas equivocadas. O legado do Mestre Samael é muito importante para o gnosticismo como todo, mas não podemos fechar os olhos para extremismos e equívocos que ocorrem em seu nome. Segue abaixo que postei.

“Uma Visão mais Realista “

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Empreendedorismo Espiritual

>Coluna: Luciane Brum 3 Comentários »

No site do SEBRAE encontramos que Empreendedorismo é o ato de criar e gerenciar um negócio, assumindo riscos em busca de lucro. Esse é o conceito aplicado ao mundo dos negócios. O empreendedor é aquele que toma as rédeas de sua vida material, busca criar seu próprio negócio e tudo mais o que estamos acustomados a ouvir.
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Intuição: Sagrada ou Suprimida? (1/2)

>Coluna: Kleiton Luiz 2 Comentários »

Há tempo o homem tem buscado o conhecimento. E, devido às formas e métodos utilizados, podemos dividir esta busca de duas formas básicas, ou dois estilos diferentes: O método ocidental e o método oriental. O método ocidental, aquele no qual estamos inseridos, sofreu grandes mudanças de paradigmas ao longo da história. O conhecimento grego, romano, egípcio – a base do conhecimento ocidental – sofreu diversas alterações; A base deste conhecimento era a percepção do mundo exterior e o uso da razão como ferramenta para buscar entender o universo. Já o conhecimento Oriental está baseado nos ensinamento de grandes seres que viveram na Índia, China e Japão, principalmente. Veja mais

Princípios da Gnose Samaelita (I): Escolas e Dogmas

>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos 3 Comentários »

Separei algumas citações de textos de Samael Aun Weor que nos ajudam a formar uma imagem mais clara da estrutura e da proposta do Movimento Gnóstico original. O gnosticismo não é uma “ordem” mas sim um “movimento” que reúne várias formas de aplicação de sua proposta. Sendo assim a liberdade e a flexibilidade são características fundamentais do Movimento Gnóstico e os trabalhos desenvolvidos pelos vários grupos podem, dentro desta proposta, assumir as mais variadas formas e estruturas. Mesmo assim uma observação dos princípios que fundamentaram as primeiras manifestações do Movimento Gnóstico é de extremo valor para a reflexão sobre os trabalhos desenvolvidos pelos gnósticos atuais.

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Modelo poliédrico da verdade

>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos Comente »

Poderíamos comparar a verdade a um cubo com faces coloridas. Quando observamos tal objeto vemos apenas poucas faces ou até, dependendo da posição que tomamos em relação a ele, somente uma face. A menos que possamos tocar e manipular este cubo multicolorido não poderemos tomar consciência de todas as cores que ele possui ou conhecer o objeto como um todo. Nós o conheceremos apenas em parte.

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