Notas sobre a história moderna do gnosticismo
6/10/2009 >Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos See this post in EnglishPor: Pan Veritrax.
A história do gnosticismo samaelita forma uma linha contínua desde os primeiros gnósticos anteriores ao surgimento do cristianismo até os adeptos dos dias atuais. Mas essa história é pouco conhecida entre os membros da corrente samaelita.
É curioso notar que dentre todos os períodos históricos do gnosticismo samaelita o mais desconhecido para os estudantes desta corrente seja justamente o período mais recente. A seguir registro alguns acontecimentos desta fase da história gnóstica que podem servir de base de pesquisa para os estudantes interessados em conhecer um pouco mais sua herança cultural.
O gnosticismo moderno tem seu início no século XIX com Jules-Benoît Stanislas Doinel du Val-Michel (1842-1903).
Jules Doinel investigou os mistérios cátaros e gnósticos mais antigos e fundou em 1890 na França a Igreja Gnóstica. Doinel consagrou vários Bispos e Sophias dentre os quais estavam: Papus [Gérard Encausse] (1865-1916) e Léonce-Eugène Joseph Fabre des Essarts (1848-1917) que sucedeu Doinel como patriarca da Igreja Gnóstica.
Fabre des Essarts consagrou Jean Bricaud (1881-1934) em 1901 que se tornou patriarca da Igreja Gnóstica Universal. Essa linha da Igreja Gnóstica acabou por assimilar as outras linhas nascidas de cismas e divergências.
Durante a Conferência Internacional Massônica e Espiritualista organizada por Papus em 1908 Merlin Peregrinus [Theodor Reuss] (1855-1923) recebeu autoridade episcopal na Igreja Gnóstica. Assim surgiu a Eclésia Gnóstica Católica levada para a Alemanha por Merlin Peregrinus e posteriormente assimilada pela Ordo Templi Orientis quando esta estava sob orientação de Perdurabo [Aleister Crowley] (1875-1947).
A Igreja Gnóstica Universal de Bricaud desenvolveu estreitos laços com o Martinismo de Papus já que tanto Brucaud quanto Doinel eram martinistas. Em 1918 Bricaud tornou-se o mestre da Ordem Martinista e do Rito de Mênphis e Mizraim da Maçonaria. Uma disputa pela liderança do Martinismo entre Jean Bricaud e Victor Blanchard dividiu a ordem. Blanchard era ex-secretário de Papus e havia sido consagrado por Bricaud na Igreja Gnóstica em 1918. Da linha de Blanchard descende a Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz de Harwey Spencer Lewis.
Após sua morte Bricaud foi sucedido por Constant Chevillon como patriarca da Igreja Gnóstica Universal e mestre da Ordem Martinista. Chevillon havia sido consagrado na Igreja Gnóstica em 1936.
Constant Chevillon consagrou Huiracocha [Arnold Krumm-Heller] (1876-1949) como bispo da Igreja Gnóstica Universal em 1939. Durante a Segunda Guerra Mundial a Igreja Gnóstica Universal foi dissolvida e em 1944 Constant Chevillon foi assassinado.
Além de bispo da Igreja Gnóstica Universal Huiracocha foi comendador da Ordo Templi Orientis para as Américas tendo autoridade na Eclésia Gnóstica Católica. No México Huiracocha fundou e presidiu a Fraternitas Rosicruciana Antiqua e agregada a esta a Igreja Gnóstica.
Na década de 30 um discípulo de Huiracocha chamado Israel Rojas Romero deu instruções na Fraternitas Rosicruciana Antiqua da Colômbia a Samael Aun Weor [Vitor Manuel Gomez Rodriguez] (1917-1977) e a Gargha Kuichines [Julio Medina Vaiscano]
Em 1950 Samael Aun Weor publica seu primeiro livro, O Matrimônio Perfeito ou A Porta de Entrada para a Iniciação, que foi reescrito e publicado novamente em 1961. Samael Aun Weor estabeleceu um pequeno templo na Serra Nevada de Santa Marta na Colômbia onde celebrou a Missa Gnóstica e, provavelmente, outros rituais provenientes da Fraternitas Rosicruciana Antiqua.
Na década de 60 foi criado no México o Movimento Gnóstico Cristão Universal e a Igreja Gnóstica Cristã Universal sob a direção de Samael Aun Weor e Gargha Kuichines.
Em 1968 foi publicada a primeira edição do Livro de Liturgia escrito por Samael Aun Weor para uso restrito aos membros da Segunda e Terceira Câmara da Igreja Gnóstica Cristã Universal. Uma segunda edição foi publicada em 1975 e uma terceira edição em 1976.
Com a morte de Samael Aun Weor seus discípulos entraram em desacordo e as atividades das instituições fundadas por ele se encerraram em 1978. O fim das atividades do Movimento Gnóstico Cristão Universal e da Igreja Gnóstica Cristã Universal gerou uma grande quantidade de instituições e escolas baseadas nos livros de Samael Aun Weor e nos rituais do Livro de Liturgia Gnóstica que desenvolveram suas atividades segundo sua própria visão dos conceitos e práticas deixadas pelo autor.
Esta é uma visão geral das origens do gnosticismo samaelita como vemos hoje. Há muitas lacunas a serem preenchidas, ainda mais quando nos aprofundamos em questões específicas, mas o que foi registrado aqui já constitui base suficiente para uma boa pesquisa sobre a história gnóstica da corrente samaelita.
(texto publicado originalmente em www.aureasapiencia.org)
L. L. L. L.
Pan Veritrax
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6/10/2009 às 15:17
Olá Moretti.
Depois desta sua extensa e interessante descrição histórica da gnose ligada à corrente samaelita, pergunto:
É possível refundar, pelos vários Continentes, a Igreja Gnóstica Universal, em parâmetros que coincidam com uma fonte única originária, a fim de não haver mais cisões inconsequentes entre os gnósticos?
Seria possível reorganizar um Patriarcado ramificado em vários Bispados, onde o ecumenismo místico/esotérico albergásse as dissemelhanças de cada Igreja em função
da sua sensibilidade?
Será possível recuperar uma doutrina Crística, centro difusor de todo o movimento gnóstico, baseada na defesa de uma multiplicidade reunida em torno de um vértice comum, assemelhando-se ao
Cristo entre os seus discípulos, na mensagem astrológica representada pela “Última Ceia” de Leonardo da Vinci?
Abraço fraterno!
Paulo
8/10/2009 às 8:32
Olá, Paulo.
Não acredito que isso seja possível sem que se perca a essência que nos caracteriza como Gnósticos e buscadores da Cristificação.
Veja o que aconteceu com os cristãos após a “unificação” promovida por Constantino. Eles perderam completamente seu contato com o Cristo e formam, hoje, uma imensa instituição de âmbito mundial mas que nada acrescenta e muito atrapalha na busca da iluminação.
A institucionalização é contra o princípio fundamental do gnosticismo. É assim desde o princípio de nossa corrente ainda antes dos trabalhos de Jesus. Se hoje temos instituições de trabalho é porque elas são necessárias para o desenvolvimento em grupo de maneira organizada e eficiente mas a supervalorização da instituição é um risco enorme à pureza de nosso trabalho por suas naturezas antagônicas. Podemos utilizar a instituição como uma ferramenta mas tudo tem um preço…
Veja, o gnosticismo é um caminho essencialmente individual já que o ponto fundamental de nossa corrente é isso que chamamos “Experiência da Gnosis”. Essa experiência é extremamente individual e traz percepções da realidade igualmente individuais. Tanto que alguns gnósticos do passado diziam acertadamente que cada um tem sua própria gnose.
Para uma instituição crescer ela precisa ser bastante organizada. Para isso ela deve estabelecer padrões. E quando isso acontece a gnose particular de seus membros é podada pois eles devem adequar-se aos padrões da instituição para manter a ordem e assim abrem mão de suas próprias percepções pessoais, de sua própria gnose. Isso já acontece em um único Lumisial o que dirá então em uma instituição que coordene vários…
Por isso é para mim bastante claro que uma instituição que cresça de forma organizada, unificada, seja sob um patriarcado unificado ou sob outra proposta unificadora, caminha para a direção oposta do gnosticismo. Claro que podemos e devemos nos organizar em grupos formais mas devemos ter a consciência de até onde podemos ir sem deixarmos de ser completamente e legitimamente Gnósticos.
Eu sinceramente rezo para que essa unificação do gnosticismo nunca aconteça e que ele se prolifere em pequenos núcleos independentes, cada um fazendo o seu próprio trabalho e apresentando resultados concretos na via da iluminação, livres de padrões, de mestres, de patriarcas, de coordenadores mundiais, de regras, de dogmas, e tantos outros grilhões do Demiurgo, apegando-se apenas ao trabalho individual, aos fatos e ao ideal da Cristificação.
L. L. L. L.
Pan Veritrax
8/10/2009 às 13:51
Caro Moretti, obrigado pela resposta completa e claramente ilucidativa, sobre os inconvenientes da criação institucional do movimento gnóstico. Concordo plenamente consigo, apesar de lamentar que hajam tantas “capelinhas” por onde proliferam os mesmos conceitos arquetípicos a despeito das suas diferentes técnicas ou abordagens. Porém, considero legítimo esse seu receio de se uniformizar um trabalho que, partindo do pressuposto gnóstico da interiorização evolutiva, se confine a um padrão único e intransponível que inexorávelmente atrofie a liberdade individual.
Paulo
1/02/2010 às 12:06
particularmente tenho como convicção que a “gnosis viva”tambem precisa de uma representação a sua altura nos mundos das formas organizdasa e isntiuitadas.
creio que em épocas mais douradas da consciência como as dos gregos mais precisamente na època de alexandre o grande.
que ele queria uma singualridade planetária em que todos devia ter os mesmo diretios na vida.
fica claro que a gnosis verdadeira e interior quando vivenciada em um contexto verdadeiro como fez alexandre de seu modo, quem vivencia a gnosis faz com que tudo se converjá a um único ponto apesar de respeitar a diversidade
este e o poder da consciência pasificar sem destruir os outros.
apesar da gnosis ser uma linha que nos leva a invidualidade interior ela fortalece os laços fraternos entre os que expermentam a verdade criando assim a únificação por atração da consciência.
creio que o separativismo causado por meios das instituições religiosas e devido as pessoas não ter expermentado em si e vivenciado seu proprio cristo intimo.
as pessoas que são dependente de uma isntituição e porque ainda ela não compreendeu que é ela que faz as isntituição e sua vida esta onde seu coração mora.
foi extamente isto que constatino percebeu que uma instiução solida e bem divulgada faz as bases das pessoas que não são capaz de ter sua proprais verdadese por isto são dependete e escravos de uma sistema que não passa de idealismo.
as pessoas que conpunha as isntituições samaelitas em parte os cinceros estão em um graú e realidade superior devidos elas agregar na gnosis de samael uma realidade ultra humano despreendida do intirecee e soltos das linhas que se prende a história como os maçons e outros.
o que falta para os gnosticos samelitas e uma fé sobrenatural que fosse capaz de cristalizar aquilo que ele sente e pensa dentro deste encinamento.
creio que a maçonaria e a rosa cruz a “fra” porlomgo tempo quis representar uma gnosis cristica que mais se aproximace da veradeira gnsosis.
e revolucionaria o maximo que fizeram foi criar instiuçoes no mundo ao mentando o cetisimo.
acrdito plenamente em uma gnosis superior aquela que representa o espirito revoluciona do cristo que venceu exatamente as isntituições para libertar o homem de seus medos e dogmas.
e que cristo e a únidade que recolhe a multiplicidade em si para se definir como a verdade absoluta.
“TUDO ESTA SEPARADO APESAR DE ESTAR JUNTOS AO MESMO TEMPO DESDE QUE SEJA” EM QUILIBRIO.
A CONEXÃO COM AS VERDADES DEPENDE DA CAPACIDADE DE VIVENCIA-LAS.
E SER VERDADEIRO NESTE MUNDO E PARA POUCOS.
nousvate.
10/02/2010 às 14:49
Uma institucionalização e, consequentemente, uma unificação do gnosticismo levaria fatalmente e claramente á morte da essência real da busca da Gnosis. Não há como conciliar perfeitamente a Gnosis com a institucionalização. Uma é antagônica à outra. Quando institucionalizamos perdemos a Gnosis. Mas como a criação de uma instituição é interessante para os trabalhos no plano físico então a correta dosagem entre a ordem exigida por uma instituição e a liberdade requerida para a obtenção e expressão da Gnosis é o grande desafio de todo grupo organizado. Na prática o que vemos é que todos eles, mais cedo ou mais tarde, perdem o foco e caem aprisionados na instituição. Esta já não é mais do Ser mas sim do Ego ou, como os antigos preferiam chamar, do Demiurgo…
Ao meu ver, ante os fatos históricos, Alexandre foi mais um conquistador como tantos outros na história. E como todos eles foi um tirano e um assassino em massa que expandiu um império por orgulho e vaidade. Se há algo de bom na era de Alexandre provavelmente vem de ### que prezava pela cultura e pelo desenvolvimento. Mas ainda assim vemos que a construção da grande e famosa biblioteca de Alexandria se deu sob a coação, a opressão e o sangue derramado pela espada do imperador.
Já quanto a Constantino as coisas são bem mais claras. Ele foi um oportunista que viu na religião uma forma de conquistar poder. Então distorceu várias religiões e criou uma única religião “unificada” que visava somente servir aos seus propósitos. Constantino foi um grande criminoso contra a consciência e a espiritualidade humana e as conseqüências de seus crimes são sentidas até hoje. Nós, os Gnósticos, deveríamos ter especial repúdio à Constantino pois foi ele o grande responsável pela perseguição e extermínio de nossos irmãos do passado e o também o responsável pela tentativa (e parcial conquista…) da destruição de nossos livros sagrados dos quais poucos se salvaram. Devemos sempre lembrar que Constantino foi o pai disso que convencionou-se chamar “cristianismo” e que essa corrente sempre foi e ainda é antagônica aos ideais e às práticas do Gnosticismo.
O que falta para os gnósticos samaelitas é cultura e coragem. Falta eles deixarem de seguir a Samael e começarem de uma vez por todas a seguir o seu próprio Cristo Interno. Samael não realizará ninguém nem qualquer instituição fundada em seu nome. A única via de auto-realização é a dedicação íntima e sincera ao seu próprio Cristo Interior e a realização dos trabalhos necessários ao despertar e a posterior revolução da consciência.
Todo o resto é apenas um discurso que visa aprisionar as almas ingênuas…
Nousvate, veja que há sérios equívocos no que você escreveu. Equívocos, esses, que distorcem a verdade e turvam a visão dos que verdadeiramente buscam a Gnosis. Sugiro que reflita profundamente sobre o que aqui foi dito, que estude a história e a cultura gnóstica e que medite profundamente sobre a busca empreendida por nós, Gnósticos, pela conquista da Verdade e sobre as ações do Demiurgo para impedir essa empreitada.
Aos meus irmãos lembro a recomendação deixada na Pistis Sophia de não descansar noite e dia até que tenhamos encontrado o Tesouro da Luz e também as palavras de Samael Aun Weor que deixou claro que não queria seguidores mas sim que cada um seguisse a si mesmo, ao seu próprio Cristo Interior.
L. L. L. L.
Pan Veritrax
12/02/2010 às 12:40
ok meu caro Pan Veritrax.
com certeza voçe esta certo no que diz a respeito de alexandre e constantino sobre sua mega mania de poder e grandeza.
quis somente dar uma referencia das bases que se sustenta o mundo ate mesmo hoje somos de certa forma direcionados por pessoas como estes que citei.
equivocadamente alexandre pensou que podeia ser melhor que os gregos e formar sua propria cultura baseada no medo e terror.
o que disse no fato singularidade planetária foi que ele quria que todos tivesse os mesmo direitos sobre uma nomeclatura a sua.
o que admiro em alexandre e sua força e capacidade de conquistar realamente um poder solar, só que foi conrronpido e direcionada pela as trevas,e tai a causa de sua derrota final.
não existe forma de se vencer o mundo se não há as formas do amor e este um terreno que sõ os puros de coração pisa.
cristo e um exemplo disto.
conheço o suficinete sobre o gnostissimo para saber diferenciar a gnosis particular intima cristica de cada um, e a gnosis histórica esta que gera muitas formas e instituiçãoes.
e VERDADE O QUE DIZ, A GNOSIS VERDADEIRA E O CRISTO E SEU TEMPLO E DENDRO DE NOS MESMO SOMENTE ATRAVES DELE SEREMOS CAPAZ DE NOS LIBERTAR DE TUDO.
como voce disse sobre a pisti sofia e lembre-se tambem que ela diz que cristo e o luzeiro do mundo e tudo parte dele
todas religião e um ramo que parte do cristo e tudo que tem uma unidade perfeita se qaulifica e se aperfeiçõa as suas formas seja neste mundo ou não.
a consciência cristica e perfeita em todos os sentidos e ela tambem representa uma instiuição o sistema cósmico que vivemos e tudo que existe em um mundo orgaqnizado e perfeti se define como uma roganização baseadas em leis do úniverso.
o univeros e perfeito e uma instiuição cosmica da cosnciencia do criador, só que não criada por homem mas por seres que assimilaram a verdade.
a gnsosis pode sim ser uma forma superior de uma organização universal que representa o cristo no mais completo da palavra.
SÓ QUE PARA ISTO SE PRECISA DE SERES AUTO CONSCIÊNTE.
12/02/2010 às 17:15
Olá, Nousvate.
Não concordo com a perspectiva que você tem do gnosticismo…
Pessoalmente vejo e vivo o gnosticismo de uma maneira muito diferente e muito mais pragmática.
Mas, como já é uma tradição histórica gnóstica, existe expaço para várias interpretações e percepções diferentes da busca da realização pela Experiência da Gnosis dentro das orientações que recebemos e de nosso próprio nível de desenvolvimento consciêncial.
A unanimidade e a uniformidade é um indício de que alguém está fazendo a vontade e outro e não a que emana de seu próprio interior. A pluralidade conceitual e talvez até ideológica é um traço característico do gnosticismo… Enquanto houver essa pluralidade está tudo bem…
L. L. L. L.
Pan Veritrax
13/02/2010 às 11:16
certo amigo Pan Veritrax
isto prova mais uma vez que a gnosis pode ser vivenciada por todos tipos de pessoas.
mas que no final tudo se converge a um único ponto não inporta os modos operantes ou didaticos que se tem a gnosis e “G” DE TUDO MESMO.
com certeza vivemos nossa gnosis particular por isto temos pespectivas e forma difenetes ao se tratar da mesma coisa.
A GRANDE QUESTÃO É..
onde esta a únidade dentro da diversidade?
se chegarmo a esta únidade o resto são someete palavras e formar aligatoria de dado informativos
18/02/2010 às 12:35
Estava lendo a introduçao do site “gnosis no mundo” e lá dizia que a gnosis chegou ao Brasil em 1960 e em Curitiba em 1973 (qual delas chegou? a Nova Ordem?), pois antes desta data houve uma conferência mundial e o povo gnostico (que era só um) se dividiu em dois. Eu já era gnostico na época, fiquei sabendo da da divisão anos depois. Muitas coisas foram camufladas. Você poderia me explicar melhor?
24/02/2010 às 20:35
Concordo…
L. L. L. L.
Pan Veritrax
27/02/2010 às 11:34
igor.
particularmente não vejo separação na gnosis viva,pois o verdadeiro gnósticos reconhece a gnosis por meio da consciência,e a consciência esta dentro de nos.
quanto as instiuições de samael houve sim uma dispersão entre elas.
a gnosis esta no brasil muito antes de samael ate mesmo no mundo.
a questão e,que a gnosis samaelita e uma forma de esperança renovadora que poderia renovar a chama do espirito no coração do homem como exemplo de superação.
a gnosis instuição não tem muita inportança pois esta somente nos levara ao abismo.
o que vale e a vivencia particular de cada pessoa de uma gnosis trancenedetal isto somente depedende nos mesmo.
UMA GNOSIS UNIDA ATRAVES DE UMA INSTIUIÇÃO SEVIRIA SOMENTE PARA ATRAIR MAIS CETICOS E MITOMANOS E EXPLORADORES.
SOU A FAVOR DA UNÃO DA INSTITUÇÃO GNOSTICAS SIM, MAS QUE ESTA VENHA POR MEIO DA VERDADE QUE O CRISTO.
E NÃO ESTOU SOMENTE FALANDO DA GNOSIS DE SAMAEL MAS SIM,TODO AQUELE QUE TEM DENTRO DE SI OS PRNICPIO DA GNOSIS.
LIBERDADE,LIBERDADE,LIBERDADE,LIBERDADE.
IGUALDADE,FRATERNIDADE.
ISTO NÃO E SOMENTE UM ESLOGA DA MAÇONARIA.
E UMA REALiDADE GNOSTICA DO CRITO COSMICO.
A FORÇA QUE FEZ OS GNOSTCOS SAMAELITAS CRECER NO MUNDO ESTA NA CRENÇA EM SEU LIDER SAMEL.
E ESTE FOI O MAIOR EQUIVCO JÁ QUE SE AS PESSOA DESPREENDECE DESTE CONCEITO VERIA A GNOSIS EM TUDO.
28/02/2010 às 21:42
Concordo novamente…
Estas palavras deixadas acima por Nousvate deveriam ser consideradas cuidadosamente por todos os estudantes gnósticos e sua essência assimilada perfeitamente no mais profundo de nossos corações…
L. L. L. L.
Pan Veritrax
3/03/2010 às 19:40
Querido Nousvate,
Agradeço por sua atençao em ter me respondido e por sua explicaçao que me foi tão útil.
Obrigado,
Igor