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	<title>Comentários sobre: Intuição: Sagrada ou Suprimida? (1/2)</title>
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	<description>Gnosis, Samael Aun Weor e Revolução da Consciência</description>
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		<title>Por: Xuxu Luiz</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/intuicao-sagrada-ou-suprimida-12/comment-page-1/#comment-2029</link>
		<dc:creator>Xuxu Luiz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 19:26:19 +0000</pubDate>
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		<description>gostei muito deste último parágrafo
Se você não é Desperto seja pelo menos esperto!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostei muito deste último parágrafo<br />
Se você não é Desperto seja pelo menos esperto!</p>
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		<title>Por: Cristiano Alexandre Moretti</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/intuicao-sagrada-ou-suprimida-12/comment-page-1/#comment-1934</link>
		<dc:creator>Cristiano Alexandre Moretti</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 13:57:53 +0000</pubDate>
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		<description>Vejo essas fases da história ocidental, tomadas por uma ótica mais global, como um processo de adadurecimento das Mônadas como preparação para um trabalho mais definitivo. Lá nos tempos de antigamente quando valia o Código de Hamurabi as Mõnadas passaram pelo processo de amadurecimento instintivo. Por isso as regras eram tão duras e violêntas. O foco era a obediência e a disciplina. Depois veio a fase supostamente devocional da Idade das Trevas onde as Mônadas tinham apenas que acreditar. Foi o tempo do amadurecimento emocional. Veio, então, a renascença e o iluminismo trazendo o foco para a razão e fazendo com que as Mônadas encarnadas nestas épocas amadurececem intelectualmente. E, para os Espíritos Virginais que passaram por todo esse processo ao longo de várias vidas, chega a hora de amadurecer espiritualmente e lançar-se à via da Iluminação e da Revolução da Consciência. Vejo esta linha histórica global como um processo de amadurecimento para algumas Mônadas. E muitas outras ainda estão passando por cada um destes estágios em locais do mundo onde o paradigma local ofereça a oportunidade de cumprirem seu estágio de amadurecimento.

Quanto à Idade das Trevas, todos comentam que foi uma época de atraso e de repressão de idéias (daí o seu nome...). Mas temos que lembrar que, enquanto alguns países do centro da Europa viviam nessas &quot;trevas&quot; outros lugares gozavam de pleno avanço cultural e principalmente esotérico. É o caso da Ibéria que, durante a chamada Idade das Trevas, estava sob domínio árabe e oferecia um ambiente de grande liberdade e estimulo para a produção filosófica. Foi na Ibéria desta época que se gestou a cabala, a alquimia e toda a base da Tradição Esotérica Ocidental moderna. Então essa história de &quot;Idade das Trevas&quot; é relativa...

Quanto à diferença entre a perspectiva ocidental e a oriental penso que o traço mais marcante que diferencia as duas e a aceitação, por parte da Tradição Ocidental, o mundo material como ele é. Os que seguem a Tradição Esotérica Ocidental não brigam com a cultura atual ou com a ciência mas buscam tirar o mãximo proveito delas sabendo que tudo o que existe no mundo físico tem um propósito para ser deste jeito. Os que seguem a Tradição Oriental já preferem se isolar e buscar lugares mais &quot;puros&quot; ou tranquílos para realizarem suas práticas esotéricas. A Tradição Esotérica Ocidental é, desde seu início, de tendência cosmopolita, urbana, e é a mais adaptada para a prática inserida na vida diária pois utiliza esta própria vida como laboratório espiritual. Todos nós, ocultistas modernos, estamos inseridos neste paradigma das grandes cidades mas acho impressionante como a grande maioria ainda insiste em buscar a vida da Tradição Oriental enquanto a Tradição Ocidental está muito mais adaptada às necessidades que temos...

De qualquer forma cada um tem uma característica pessoal, um ritmo próprio ou, como dizem os teosofistas, um &quot;caminho de menor resistência&quot;. Perceber qual é esse caminho e aproveitar essa menor resistência é uma questão de inteligência. Afinal, não há motivos para seguir o caminho mais difícil rumo à meta final, não é? E assim, buscando sua característica pessoal, cada um deve perceber se o caminho de menor resistência para si é pela via da Tradição Ocidental ou da Tradição Oriental.

Mas que esta escolha seja voluntária e consciente. A grande maioria dos esoteristas seguem uma ou outra via porque seu instrutor disse isso ou aquilo ou porque a escola onde eles estão prega isso ou aquilo. Assim não tem jeito mesmo!... A única maneira de conseguir alguma coisa concreta e se focar nos resultados e, buscando-os, tentar perceber qual caminho vai gerar resultados mais facilmente...

Penso que isso é uma questão de inteligência... É como dizia um amigo: &quot;se você não é Desperto seja pelo menos esperto&quot;...

Ad Lux!

Pan Veritrax</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo essas fases da história ocidental, tomadas por uma ótica mais global, como um processo de adadurecimento das Mônadas como preparação para um trabalho mais definitivo. Lá nos tempos de antigamente quando valia o Código de Hamurabi as Mõnadas passaram pelo processo de amadurecimento instintivo. Por isso as regras eram tão duras e violêntas. O foco era a obediência e a disciplina. Depois veio a fase supostamente devocional da Idade das Trevas onde as Mônadas tinham apenas que acreditar. Foi o tempo do amadurecimento emocional. Veio, então, a renascença e o iluminismo trazendo o foco para a razão e fazendo com que as Mônadas encarnadas nestas épocas amadurececem intelectualmente. E, para os Espíritos Virginais que passaram por todo esse processo ao longo de várias vidas, chega a hora de amadurecer espiritualmente e lançar-se à via da Iluminação e da Revolução da Consciência. Vejo esta linha histórica global como um processo de amadurecimento para algumas Mônadas. E muitas outras ainda estão passando por cada um destes estágios em locais do mundo onde o paradigma local ofereça a oportunidade de cumprirem seu estágio de amadurecimento.</p>
<p>Quanto à Idade das Trevas, todos comentam que foi uma época de atraso e de repressão de idéias (daí o seu nome&#8230;). Mas temos que lembrar que, enquanto alguns países do centro da Europa viviam nessas &#8220;trevas&#8221; outros lugares gozavam de pleno avanço cultural e principalmente esotérico. É o caso da Ibéria que, durante a chamada Idade das Trevas, estava sob domínio árabe e oferecia um ambiente de grande liberdade e estimulo para a produção filosófica. Foi na Ibéria desta época que se gestou a cabala, a alquimia e toda a base da Tradição Esotérica Ocidental moderna. Então essa história de &#8220;Idade das Trevas&#8221; é relativa&#8230;</p>
<p>Quanto à diferença entre a perspectiva ocidental e a oriental penso que o traço mais marcante que diferencia as duas e a aceitação, por parte da Tradição Ocidental, o mundo material como ele é. Os que seguem a Tradição Esotérica Ocidental não brigam com a cultura atual ou com a ciência mas buscam tirar o mãximo proveito delas sabendo que tudo o que existe no mundo físico tem um propósito para ser deste jeito. Os que seguem a Tradição Oriental já preferem se isolar e buscar lugares mais &#8220;puros&#8221; ou tranquílos para realizarem suas práticas esotéricas. A Tradição Esotérica Ocidental é, desde seu início, de tendência cosmopolita, urbana, e é a mais adaptada para a prática inserida na vida diária pois utiliza esta própria vida como laboratório espiritual. Todos nós, ocultistas modernos, estamos inseridos neste paradigma das grandes cidades mas acho impressionante como a grande maioria ainda insiste em buscar a vida da Tradição Oriental enquanto a Tradição Ocidental está muito mais adaptada às necessidades que temos&#8230;</p>
<p>De qualquer forma cada um tem uma característica pessoal, um ritmo próprio ou, como dizem os teosofistas, um &#8220;caminho de menor resistência&#8221;. Perceber qual é esse caminho e aproveitar essa menor resistência é uma questão de inteligência. Afinal, não há motivos para seguir o caminho mais difícil rumo à meta final, não é? E assim, buscando sua característica pessoal, cada um deve perceber se o caminho de menor resistência para si é pela via da Tradição Ocidental ou da Tradição Oriental.</p>
<p>Mas que esta escolha seja voluntária e consciente. A grande maioria dos esoteristas seguem uma ou outra via porque seu instrutor disse isso ou aquilo ou porque a escola onde eles estão prega isso ou aquilo. Assim não tem jeito mesmo!&#8230; A única maneira de conseguir alguma coisa concreta e se focar nos resultados e, buscando-os, tentar perceber qual caminho vai gerar resultados mais facilmente&#8230;</p>
<p>Penso que isso é uma questão de inteligência&#8230; É como dizia um amigo: &#8220;se você não é Desperto seja pelo menos esperto&#8221;&#8230;</p>
<p>Ad Lux!</p>
<p>Pan Veritrax</p>
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