6/10/2009
>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos
A história do gnosticismo samaelita forma uma linha contínua desde os primeiros gnósticos anteriores ao surgimento do cristianismo até os adeptos dos dias atuais. Mas essa história é pouco conhecida entre os membros da corrente samaelita.
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30/07/2009
>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos
Várias pessoas que entram em contato com as propostas do gnosticismo samaelita perguntam como podem iniciar os estudos ou estabelecer uma forma de estudo organizado em grupo e qual a metodologia indicada pelo sistema gnóstico para este fim. Diante disso gostaria de colocar algumas idéias e orientações simples que podem ajudar os novos estudantes ou grupos de estudo do gnosticismo a realizarem seu trabalho. Veja mais
29/07/2009
>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos
As pessoas que iniciam seus estudos sobre o gnosticismo samaelita normalmente tem a falsa impressão de que todo grupo ou instituição que diz ser “gnóstica” realmente o é e que o gnosticismo é um todo único, coeso e harmônico. Isso não é verdade. A grande maioria das instituições e grupos que se dizem gnósticos não o são e suas palestras e cursos pregam algo diametralmente oposto aos preceitos do gnosticismo. Veja mais
11/05/2009
>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos
“As escolas são jaulas onde a mente cai prisioneira”
(Samael Aun Weor)
No início certamente as escolas podem ser instrumentos de grande utilidade para a consciência que carece de nível de Saber. Toda jornada prática exige muita base teórica para que seja empreendida com eficácia. Além disso a escola oferece um ambiente propício para testes, para experimentos, onde podemos testar, ousar, sem correr grandes riscos já que estamos sendo acessorados por professores mais experientes e por um grupo que nos dá suporte.
Mas quando a escola perde esse caráter de instrumento de apoio, quando ela se torna o propósito de nossa dedicação, então ela se converteu em uma jaula, em um falso ídolo.
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24/04/2009
>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos
Mesmo nascendo sob ideais de total liberdade institucional, durante a década de 60 os dirigentes do Movimento Gnóstico perceberam a necessidade da organização dos estudos gnósticos sob um sistema mais concreto pois eram muitos os estudantes que, devido a sua inexperiência esotérica, não sabiam como aplicar as técnicas do gnosticismo samaelita de forma efetiva.
As bases para esta estrutura já estavam todas disponíveis. O ritual fundamental do gnosticismo, a Missa Gnóstica, já havia sido publicada na década de 50 e, a partir deste ritual e de várias outras indicações ritualísticas foi estruturada a Liturgia Gnóstica. Esta liturgia estabelece a base organizacional e morfológica para os trabalhos práticos da Igreja Gnóstica nos Lumisiais.
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24/03/2009
>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos
Separei algumas citações de textos de Samael Aun Weor que nos ajudam a formar uma imagem mais clara da estrutura e da proposta do Movimento Gnóstico original. O gnosticismo não é uma “ordem” mas sim um “movimento” que reúne várias formas de aplicação de sua proposta. Sendo assim a liberdade e a flexibilidade são características fundamentais do Movimento Gnóstico e os trabalhos desenvolvidos pelos vários grupos podem, dentro desta proposta, assumir as mais variadas formas e estruturas. Mesmo assim uma observação dos princípios que fundamentaram as primeiras manifestações do Movimento Gnóstico é de extremo valor para a reflexão sobre os trabalhos desenvolvidos pelos gnósticos atuais.
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6/03/2009
>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos
Poderíamos comparar a verdade a um cubo com faces coloridas. Quando observamos tal objeto vemos apenas poucas faces ou até, dependendo da posição que tomamos em relação a ele, somente uma face. A menos que possamos tocar e manipular este cubo multicolorido não poderemos tomar consciência de todas as cores que ele possui ou conhecer o objeto como um todo. Nós o conheceremos apenas em parte.
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26/02/2009
>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos
Vivemos em um mundo dinâmico e veloz, onde as informações das mais variadas fontes são acessíveis a todos de forma rápida e barata. Não me refiro, aqui, apenas à internet e as facilidades que ela oferece. Mesmo para a produção literária os recursos que dispomos hoje nos oferecem um enorme poder de atuação. Este é o mundo da Era de Aquário.
Mas diante de tantas publicações, páginas na internet, livros, revistas, panfletos, textos e artigos podemos encontrar realmente muito pouco material de estudo e difusão do gnosticismo. As poucas editoras que se interessam em empreender publicações gnósticas limitam-se à edição de livros de Samael Aun Weor sem demonstrar qualquer interesse em publicar títulos que não os “clássicos”. As páginas na internet seguem o mesmo caminho limitando-se apenas a disponibilizar uns poucos livros para cópia eletrônica sem sequer se preocupar em traduzir os textos ou revisar os livros traduzidos (que geralmente são de péssima qualidade). Não vemos jornais ou revistas destinadas aos estudantes gnósticos ou à difusão do gnosticismo. Nem mesmo panfletos ou publicações mais simples ao estilo dos antigos “fanzines”.
Temos tanta facilidade, tantas oportunidades, e tão pouca vontade em divulgar nossos estudos ou mesmo expressar nossas idéias a outros estudantes.
Diante disso pergunto a meus Irmãos gnósticos: por que o silêncio?
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24/01/2009
>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos
Ao longo do dia, mesmo que estejamos alheios às práticas mais intensas da Magia ou das técnicas de interação com as correntes energéticas da Luz Astral, somos assolados pelo fluxo de várias correntes etéricas. Muitas destas correntes são positivas mas muitas outras são destrutivas e nos afetam negativamente. A maioria das pessoas nem percebe a ação destas correntes energéticas atribuindo seu mau humor repentino, suas dores de cabeça ou seu estresse aos eventos cotidianos.
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10/10/2006
>Coluna: Cristiano A. Moretti
Aleister Crowley, Samael Aun Weor e Osho… estas três figuras servem bem para ilustrar dois grandes problemas muito comuns entre os estudantes do esoterismo.
O primeiro é a idéia pré-concebida sem qualquer conhecimento. São, realmente, muitos os que tecem críticas fortíssimas a Samael, a Osho e a Crowley, tachando-os com termos dos mais depreciativos, condenando sua obra, sua vida e os que admitem gostar de seus textos. Criticam, criticam e criticam mas nunca leram sequer uma linha do que foi escrito por estes professores. Difamam, proliferam boatos e mitos, condenam sem sequer saber o que estão condenando ou criticando. Baseiam-se na opinião de outros, nas histórias que ouviram e no que é “sabido por todos”. Esses que criticam sem conhecer são ou fanáticos cegos que só admitem os dogmas de sua corrente ou são grandes preguiçosos que não se dão nem ao trabalho de conhecer com alguma profundidade a obra que tanto odeiam. E assim se perpetuam os boatos, o preconceito e a ignorância.
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