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	<title>Comentários sobre: Aprenda a Controlar suas Emoções</title>
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	<description>Gnosis, Samael Aun Weor e Revolução da Consciência</description>
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		<title>Por: Paulo Sérgio</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/aprenda-a-controlar-suas-emocoes/comment-page-1/#comment-7892</link>
		<dc:creator>Paulo Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 00:40:42 +0000</pubDate>
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		<description>Tenho notado ao longo dos diversos comentários enviados que os mesmos são dirigidos para uma lista já bastante extensa, na sequência de um anúncio sobre um curso ministrado há alguns anos, em 2008, sobre &quot;Aprenda a controlar as emoções&quot;.

As emoções mais ou menos exacerbadas, não são apenas resultado dos índices de agitação que fervilham em nossas sociedades, cosmopolitas e turbulentas no emaranhado velocipédico e ruidoso deste crescente processo produtivo, quantas vezes insustentável e indiferente ao desenrolar desumanizante  do sistema desenvolvimentista em curso.

As emoções são, de igual forma, apanágio de certas estruturas energéticas que alguns indivíduos, mais do que outros, transportam em si, proveniente de vidas passadas e que nesta encarnação se transmutaram em karmas específicos, aguardando uma tomada de consciência por parte dos interessados, no sentido de transformarem essa realidade numa outra mais salutar.

Claro que este caminho de melhoria não é fácil, exige um grande esforço pessoal de abnegação indómita para que tal transformação qualitativa se opere, dependendo da própria idiossincrasia da pessoa em causa que não se compadece com fortuitos passos de magia, via fórmulas ou receitas emitidas por campanhas de formação céleres incapazes, infelizmente e na maior parte das vezes, de promoverem as curas milagrosas prometidas.

A Astrologia será um método de auto-conhecimento do indivíduo, através dela poder-se-á saber as causas astrais relacionadas com as emoções, se elas estão ligadas ao elemento água em excesso no zodíaco, verdadeiro documento de identificação interna e, posteriormente, após uma profunda consciencialização, desencadear um processo alquímico que leve o indivíduo a regenerar-se pela manipulação consciente das emoções naturais ou esporádicas despoletadas em si, de forma violenta ou dramática.

Todo este trabalho interior requer grande força de vontade, mais da pessoa em si, do que dos mecanismos extrínsecos que prometem panaceias para todos os males. Só por uma profunda auto-análise introspectiva se pode avaliar da intensidade das consequências que as emoções acarretam e apenas assim poderemos perceber o alcance da  psicologia revolucionária de Samael, a fim de entendermos a necessidade de uma atenção aplicada a cada gesto, palavra ou sentimento propalados nas diversas atitudes assumidas.

Porém, o mais importante situa-se não só na tomada de consciência mas, acima de tudo, na compreensão de nós mesmos através de uma leitura detalhada do nosso mapa astral onde localizaremos as fontes promotoras das tais emoções e a forma de as alquimizar, responsáveis de inúmeros fenómenos  desinquietantes e perturbadores das sensações, quando ainda não devidamente auto-lapidadas em contextos relacionais específicos. 

Abraço fraterno
Paulo Sérgio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho notado ao longo dos diversos comentários enviados que os mesmos são dirigidos para uma lista já bastante extensa, na sequência de um anúncio sobre um curso ministrado há alguns anos, em 2008, sobre &#8220;Aprenda a controlar as emoções&#8221;.</p>
<p>As emoções mais ou menos exacerbadas, não são apenas resultado dos índices de agitação que fervilham em nossas sociedades, cosmopolitas e turbulentas no emaranhado velocipédico e ruidoso deste crescente processo produtivo, quantas vezes insustentável e indiferente ao desenrolar desumanizante  do sistema desenvolvimentista em curso.</p>
<p>As emoções são, de igual forma, apanágio de certas estruturas energéticas que alguns indivíduos, mais do que outros, transportam em si, proveniente de vidas passadas e que nesta encarnação se transmutaram em karmas específicos, aguardando uma tomada de consciência por parte dos interessados, no sentido de transformarem essa realidade numa outra mais salutar.</p>
<p>Claro que este caminho de melhoria não é fácil, exige um grande esforço pessoal de abnegação indómita para que tal transformação qualitativa se opere, dependendo da própria idiossincrasia da pessoa em causa que não se compadece com fortuitos passos de magia, via fórmulas ou receitas emitidas por campanhas de formação céleres incapazes, infelizmente e na maior parte das vezes, de promoverem as curas milagrosas prometidas.</p>
<p>A Astrologia será um método de auto-conhecimento do indivíduo, através dela poder-se-á saber as causas astrais relacionadas com as emoções, se elas estão ligadas ao elemento água em excesso no zodíaco, verdadeiro documento de identificação interna e, posteriormente, após uma profunda consciencialização, desencadear um processo alquímico que leve o indivíduo a regenerar-se pela manipulação consciente das emoções naturais ou esporádicas despoletadas em si, de forma violenta ou dramática.</p>
<p>Todo este trabalho interior requer grande força de vontade, mais da pessoa em si, do que dos mecanismos extrínsecos que prometem panaceias para todos os males. Só por uma profunda auto-análise introspectiva se pode avaliar da intensidade das consequências que as emoções acarretam e apenas assim poderemos perceber o alcance da  psicologia revolucionária de Samael, a fim de entendermos a necessidade de uma atenção aplicada a cada gesto, palavra ou sentimento propalados nas diversas atitudes assumidas.</p>
<p>Porém, o mais importante situa-se não só na tomada de consciência mas, acima de tudo, na compreensão de nós mesmos através de uma leitura detalhada do nosso mapa astral onde localizaremos as fontes promotoras das tais emoções e a forma de as alquimizar, responsáveis de inúmeros fenómenos  desinquietantes e perturbadores das sensações, quando ainda não devidamente auto-lapidadas em contextos relacionais específicos. </p>
<p>Abraço fraterno<br />
Paulo Sérgio</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Paulo Sérgio</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/aprenda-a-controlar-suas-emocoes/comment-page-1/#comment-7891</link>
		<dc:creator>Paulo Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 21:15:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.gnostica.org.br/?p=182#comment-7891</guid>
		<description>Não poderei deixar escapar a oportunidade para vos transcrever um belo poema que encontrei na contracapa de uma revista sobre Filosofia da Editora Escala Ltda. de S. Paulo (Brasil). O poema é de autor desconhecido mas podia ter sido escrito por muitos poetas ou até filósofos, poderia ter sido feito pelo poeta-gnóstico Fernando Pessoa mas não, foi por um anónimo e versa assim:

&quot;Se me disseres que me amas, acreditarei.
Mas se escreveres que me amas, 
acreditarei ainda mais.

Se me falares da tua saudade, entenderei,
mas se escreveres sobre ela,
eu a sentirei junto comigo.

Se a tristeza vier a te consumir e me contares,
eu saberei, mas se a descreveres no papel,
o seu peso será menor&quot;

...e assim são as palavras escritas:
possuem um magnetismo especial, libertam,
acalentam, invocam emoções.

Elas possuem a capacidade 
de em poucos minutos cruzar mares,
saltar montanhas, atravessar desertos intocáveis.

Muitas vezes, infelizmente, perde-se o Autor,
mas a mensagem sobrevive ao tempo,
atravessando séculos e gerações.

Elas marcam um momento que será
eternamente revivido por todos aqueles que a lerem.

Viva o amor com palavras faladas e escritas,
mate saudades, peça perdão,
aproxime-se, recupere o tempo perdido

Insinue-se, alegre alguém,
ofereça um simples &quot;bom dia&quot;,
faça um carinho especial.

Use a palavra a todo o instante, de todas as maneiras.
Sua força é imensurável.

Lembre-se sempre do poder das palavras.

Quem escreve constroi um castelo,
e quem lê passa a habitá-lo.&quot;

Abraço fraterno
Paulo Sérgio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não poderei deixar escapar a oportunidade para vos transcrever um belo poema que encontrei na contracapa de uma revista sobre Filosofia da Editora Escala Ltda. de S. Paulo (Brasil). O poema é de autor desconhecido mas podia ter sido escrito por muitos poetas ou até filósofos, poderia ter sido feito pelo poeta-gnóstico Fernando Pessoa mas não, foi por um anónimo e versa assim:</p>
<p>&#8220;Se me disseres que me amas, acreditarei.<br />
Mas se escreveres que me amas,<br />
acreditarei ainda mais.</p>
<p>Se me falares da tua saudade, entenderei,<br />
mas se escreveres sobre ela,<br />
eu a sentirei junto comigo.</p>
<p>Se a tristeza vier a te consumir e me contares,<br />
eu saberei, mas se a descreveres no papel,<br />
o seu peso será menor&#8221;</p>
<p>&#8230;e assim são as palavras escritas:<br />
possuem um magnetismo especial, libertam,<br />
acalentam, invocam emoções.</p>
<p>Elas possuem a capacidade<br />
de em poucos minutos cruzar mares,<br />
saltar montanhas, atravessar desertos intocáveis.</p>
<p>Muitas vezes, infelizmente, perde-se o Autor,<br />
mas a mensagem sobrevive ao tempo,<br />
atravessando séculos e gerações.</p>
<p>Elas marcam um momento que será<br />
eternamente revivido por todos aqueles que a lerem.</p>
<p>Viva o amor com palavras faladas e escritas,<br />
mate saudades, peça perdão,<br />
aproxime-se, recupere o tempo perdido</p>
<p>Insinue-se, alegre alguém,<br />
ofereça um simples &#8220;bom dia&#8221;,<br />
faça um carinho especial.</p>
<p>Use a palavra a todo o instante, de todas as maneiras.<br />
Sua força é imensurável.</p>
<p>Lembre-se sempre do poder das palavras.</p>
<p>Quem escreve constroi um castelo,<br />
e quem lê passa a habitá-lo.&#8221;</p>
<p>Abraço fraterno<br />
Paulo Sérgio</p>
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		<title>Por: Paulo Sérgio</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/aprenda-a-controlar-suas-emocoes/comment-page-1/#comment-7818</link>
		<dc:creator>Paulo Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 13:43:33 +0000</pubDate>
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		<description>Olá

Sem o conhecimento amadurecido de nós próprios, tendo como pano de fundo a essência especifica pela qual nos podemos autónomamente apreender, revisitando-nos com clareza, através da conjugação responsável das energias que transportamos de experiências presentes e passadas, pouco ou nada poderemos saber sobre nós mesmos.

Os 4 elementos (Fogo, Ar, Terra, Água) evocados por Platão nos seus Diálogos IV (4), requerem uma análise circunstanciada, de forma a conseguirmos estabelecer um auto-conhecimento e, à posteriori, uma constatação de determimadas circunstâncias que poderão aparecer intempestivamente na realidade do nosso dia a dia.

Equilibrando essas harmoniosas ou desarmonizadas energias, alcançaremos o estado de plenitude que nos possibilitará ultrapassar situações menos confortáveis da nossa psique, bem como momentos inconvenientes em nossas experiências relacionais.

Tudo pressupõe uma profunda e genuina alquimia transmutando o chumbo em ouro, passando de uma alma deserdada dos seus fundamentos para uma espiritualização acrescida que vivifique o propósito correspondente ao lugar que nos pertence inequívocamente. 

Isso representa procurar pela consciência os princípios arquetípicos que estão na origem de todas as manifestações mais recônditas da nossa alma, eliminando os medos que estão subjacentes aos motivos inesperados de cada pensamento menos lúcido ou incómodo.

Uma pessoa é um mundo e esse mundo tem uma estrutura própria que precisa de ser deligentemente cuidada, exigindo uma observação experiente e intuitiva  que abarque os vários elementos constituintes, responsáveis pelas diversas atitudes conducentes às melhores e piores reflexões do momento. Nesse sentido a Astrologia ajuda-nos a deslindar o mistério que nos ensombra a claridade desses propósitos não devidamente consciencializados na altura em que se manifestam. 

Abraço fraterno
Paulo Sérgio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá</p>
<p>Sem o conhecimento amadurecido de nós próprios, tendo como pano de fundo a essência especifica pela qual nos podemos autónomamente apreender, revisitando-nos com clareza, através da conjugação responsável das energias que transportamos de experiências presentes e passadas, pouco ou nada poderemos saber sobre nós mesmos.</p>
<p>Os 4 elementos (Fogo, Ar, Terra, Água) evocados por Platão nos seus Diálogos IV (4), requerem uma análise circunstanciada, de forma a conseguirmos estabelecer um auto-conhecimento e, à posteriori, uma constatação de determimadas circunstâncias que poderão aparecer intempestivamente na realidade do nosso dia a dia.</p>
<p>Equilibrando essas harmoniosas ou desarmonizadas energias, alcançaremos o estado de plenitude que nos possibilitará ultrapassar situações menos confortáveis da nossa psique, bem como momentos inconvenientes em nossas experiências relacionais.</p>
<p>Tudo pressupõe uma profunda e genuina alquimia transmutando o chumbo em ouro, passando de uma alma deserdada dos seus fundamentos para uma espiritualização acrescida que vivifique o propósito correspondente ao lugar que nos pertence inequívocamente. </p>
<p>Isso representa procurar pela consciência os princípios arquetípicos que estão na origem de todas as manifestações mais recônditas da nossa alma, eliminando os medos que estão subjacentes aos motivos inesperados de cada pensamento menos lúcido ou incómodo.</p>
<p>Uma pessoa é um mundo e esse mundo tem uma estrutura própria que precisa de ser deligentemente cuidada, exigindo uma observação experiente e intuitiva  que abarque os vários elementos constituintes, responsáveis pelas diversas atitudes conducentes às melhores e piores reflexões do momento. Nesse sentido a Astrologia ajuda-nos a deslindar o mistério que nos ensombra a claridade desses propósitos não devidamente consciencializados na altura em que se manifestam. </p>
<p>Abraço fraterno<br />
Paulo Sérgio</p>
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		<title>Por: Paulo Sérgio</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/aprenda-a-controlar-suas-emocoes/comment-page-1/#comment-7796</link>
		<dc:creator>Paulo Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 01:15:51 +0000</pubDate>
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		<description>A Astrologia, como ciência dos astros, é muito mais que uma ciência, ela extravasa o âmbito do meramente curricular ou da concessão de graus académicos, ela pressupõe um conhecimento vivenciado, mais que explanado, adquirido pela essência da própria sabedoria ancestral e eterna, muito acima de teses ou antíteses formuladas por conhecimentos empíricos, através de vias intelectuais desprovidas de espiritualidade.

A Astrologia faz-se perscrutando o supra-sensível associado a milenares conceitos que povoam o inconsciente colectivo, fundamentando-se em arquétipos simbólicos que a têm feito vibrar ao longo dos séculos, em simultâneo com a caminhada histórica da humanidade.

Ela não pretende advinhar nem filmar passados antes do presente iniciado neste contexto existencial, procura, sobremaneira, libertar o Ser recôndito para além das aparências cerceadas por condutas ou limitações que não se justificam pela mera retórica encantada ou por hipotéticas imagens de antanho revisitadas, mas que apenas se esgotam através de uma profunda alquimização desenvolvida pelo desbravar holístico no âmbito do círculo zodiacal, operando transformações pela especulação intuitiva de quem sabe ler o que o mestre ainda não escreveu.

Já agora e na sequência disto, não se esqueçam de ler um belo livro de Maria Flávia de Monsaraz: &quot;17 Entrevistas e 1 poema&quot; também ele expresso por um Mestre interno desta grande senhora da Astrologia, onde destaca a sua inolvidável experiência no Congresso de Astrólogos no Rio de Janeiro. Ficarão a saber mais desta sabedoria milenar e das causas da decadência da cultura dos povos ou de um povo face às orientações menos bem ou mesmo mal conduzidas.

Abraço fraterno
Paulo Sérgio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Astrologia, como ciência dos astros, é muito mais que uma ciência, ela extravasa o âmbito do meramente curricular ou da concessão de graus académicos, ela pressupõe um conhecimento vivenciado, mais que explanado, adquirido pela essência da própria sabedoria ancestral e eterna, muito acima de teses ou antíteses formuladas por conhecimentos empíricos, através de vias intelectuais desprovidas de espiritualidade.</p>
<p>A Astrologia faz-se perscrutando o supra-sensível associado a milenares conceitos que povoam o inconsciente colectivo, fundamentando-se em arquétipos simbólicos que a têm feito vibrar ao longo dos séculos, em simultâneo com a caminhada histórica da humanidade.</p>
<p>Ela não pretende advinhar nem filmar passados antes do presente iniciado neste contexto existencial, procura, sobremaneira, libertar o Ser recôndito para além das aparências cerceadas por condutas ou limitações que não se justificam pela mera retórica encantada ou por hipotéticas imagens de antanho revisitadas, mas que apenas se esgotam através de uma profunda alquimização desenvolvida pelo desbravar holístico no âmbito do círculo zodiacal, operando transformações pela especulação intuitiva de quem sabe ler o que o mestre ainda não escreveu.</p>
<p>Já agora e na sequência disto, não se esqueçam de ler um belo livro de Maria Flávia de Monsaraz: &#8220;17 Entrevistas e 1 poema&#8221; também ele expresso por um Mestre interno desta grande senhora da Astrologia, onde destaca a sua inolvidável experiência no Congresso de Astrólogos no Rio de Janeiro. Ficarão a saber mais desta sabedoria milenar e das causas da decadência da cultura dos povos ou de um povo face às orientações menos bem ou mesmo mal conduzidas.</p>
<p>Abraço fraterno<br />
Paulo Sérgio</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Paulo Sérgio</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/aprenda-a-controlar-suas-emocoes/comment-page-1/#comment-7739</link>
		<dc:creator>Paulo Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 12:10:26 +0000</pubDate>
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		<description>Outro grande Gnóstico francês, René Guénon, terá forçosamente de ser mencionado aqui, na sequência dos conceitos órficos, pitagóricos e dos livros de Platão, já anteriormente referidos, e que tanto contribuíram para o desenvolvimento da Gnose ao longo das diversas eras. 

René Guénon contrapõe dois mundos que segundo ele caminham para posições contrárias, denegrindo a orientação evolutiva da humanidade, o qualitativo por oposição ao quantitativo, dois extremos que se antagonizaram irremediávelmente, segundo ele, no mundo moderno, equivalentes por um lado, ao reflexo do Deus Supremo infinitamente bom, por outro, ao Demiurgo obreiro de toda a matéria perecível.

No seu Livro &quot;O Reino da Quantidade e os Sinais dos Tempos&quot;, René Guénon denuncia a agitação niilista vã assoberbada pelo que apenas é mensurável, numa apoteótica sagração do quantificável, éfigie dos tempos presentes só comparáveis à premonição concebida pela revelação hindu do Kali-yuga, evocando a destruição irreversível da qualidade vivencial de uma humanidade exclusivamente tecnocratizada.

Se os homens pudessem observar, com olhos de ver, para onde se dirige e para onde se encaminha o dito mundo moderno, este deixaria de existir como tal. Ao chegar a um ponto limite de paragem a descida fica completa, um ciclo cede a outro, mas até que ele chegue completamente a esse nível as coisas não poderão ser compreendidas pela generalidade das pessoas.

A tradição é substituída pelo tradicionalismo rotineiro, o simbolismo destronado pelo imediatismo sem conteúdo, num emaranhado quantitativo de esteriótipos que vão esvaziando o sentido arquetípico da existência elevada do ser humano. Os números, encarados como apenas somatório aritmético ou estatístico de sociedades engarrafadas em circuitos aparatosos de consumismo desenfreado e especulativo, falseiam a essência pitagórica dos primórdios da numeração,  encarada originalmente como explicação qualitativa e causal de toda a realidade. 

As ciências profanas, para René Guénon, não passam de meros &quot;resíduos&quot; degenerados das antigas ciências tradicionais, deixando escapar o que é essencial, princípio que as ciências tradicionais elegiam como fonte primordial da génese de todo o conhecimento.  A geometria de hoje difere da geometria sagrada inicial, como na Alegoria da Caverna de Platão,onde a realidade nega a verdade que se esconde para além do mensurável, do quantitativo, do aparente, assim concebido pelos prisioneiros da caverna que apenas vêm sombras julgando serem reais e para quem a essência é apenas fantasmagórica.

A multiplicidade principal está inserida na verdadeira unidade metafísica, as unidades aritméticas estão ao invés contidas numa outra multiplicidade, a de baixo, quantitativa. A do alto é a multiplicidade qualitativa, conjunto das qualidades ou atributos que compõem a essência dos seres e de tudo o que nos rodeia. A isto chamamos nós conhecer a verdadeira sabedoria que advém do extra-sensorial, que ultrapassa o observável pelos 5 sentidos que apenas nos dão uma interpretação fragmentária conforme as épocas em que é sintetizada. 

Abraço fraterno
Paulo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Outro grande Gnóstico francês, René Guénon, terá forçosamente de ser mencionado aqui, na sequência dos conceitos órficos, pitagóricos e dos livros de Platão, já anteriormente referidos, e que tanto contribuíram para o desenvolvimento da Gnose ao longo das diversas eras. </p>
<p>René Guénon contrapõe dois mundos que segundo ele caminham para posições contrárias, denegrindo a orientação evolutiva da humanidade, o qualitativo por oposição ao quantitativo, dois extremos que se antagonizaram irremediávelmente, segundo ele, no mundo moderno, equivalentes por um lado, ao reflexo do Deus Supremo infinitamente bom, por outro, ao Demiurgo obreiro de toda a matéria perecível.</p>
<p>No seu Livro &#8220;O Reino da Quantidade e os Sinais dos Tempos&#8221;, René Guénon denuncia a agitação niilista vã assoberbada pelo que apenas é mensurável, numa apoteótica sagração do quantificável, éfigie dos tempos presentes só comparáveis à premonição concebida pela revelação hindu do Kali-yuga, evocando a destruição irreversível da qualidade vivencial de uma humanidade exclusivamente tecnocratizada.</p>
<p>Se os homens pudessem observar, com olhos de ver, para onde se dirige e para onde se encaminha o dito mundo moderno, este deixaria de existir como tal. Ao chegar a um ponto limite de paragem a descida fica completa, um ciclo cede a outro, mas até que ele chegue completamente a esse nível as coisas não poderão ser compreendidas pela generalidade das pessoas.</p>
<p>A tradição é substituída pelo tradicionalismo rotineiro, o simbolismo destronado pelo imediatismo sem conteúdo, num emaranhado quantitativo de esteriótipos que vão esvaziando o sentido arquetípico da existência elevada do ser humano. Os números, encarados como apenas somatório aritmético ou estatístico de sociedades engarrafadas em circuitos aparatosos de consumismo desenfreado e especulativo, falseiam a essência pitagórica dos primórdios da numeração,  encarada originalmente como explicação qualitativa e causal de toda a realidade. </p>
<p>As ciências profanas, para René Guénon, não passam de meros &#8220;resíduos&#8221; degenerados das antigas ciências tradicionais, deixando escapar o que é essencial, princípio que as ciências tradicionais elegiam como fonte primordial da génese de todo o conhecimento.  A geometria de hoje difere da geometria sagrada inicial, como na Alegoria da Caverna de Platão,onde a realidade nega a verdade que se esconde para além do mensurável, do quantitativo, do aparente, assim concebido pelos prisioneiros da caverna que apenas vêm sombras julgando serem reais e para quem a essência é apenas fantasmagórica.</p>
<p>A multiplicidade principal está inserida na verdadeira unidade metafísica, as unidades aritméticas estão ao invés contidas numa outra multiplicidade, a de baixo, quantitativa. A do alto é a multiplicidade qualitativa, conjunto das qualidades ou atributos que compõem a essência dos seres e de tudo o que nos rodeia. A isto chamamos nós conhecer a verdadeira sabedoria que advém do extra-sensorial, que ultrapassa o observável pelos 5 sentidos que apenas nos dão uma interpretação fragmentária conforme as épocas em que é sintetizada. </p>
<p>Abraço fraterno<br />
Paulo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Sérgio</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/aprenda-a-controlar-suas-emocoes/comment-page-1/#comment-7726</link>
		<dc:creator>Paulo Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 22:38:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.gnostica.org.br/?p=182#comment-7726</guid>
		<description>Tem muita razão Lisa, Pessoa intentou ultrapassar os medos que o contornavam  esventrando-os pela lucubração profunda da sua pesquisa, sem fronteiras internas nem cancelas impeditivas de alcançar o recôndito da procura ou as metas nunca alcançadas antes dele. Tudo passava pelo seu crivo sem dar atenção aos dogmas que o ferissem no seu desbravamento ininterrupto, na ânsia desmedida mas, ao mesmo tempo, tranquila de atingir o seu famigerado galardão de felicidade pessoal, anúncio da descoberta sem limites de outros tantos horizontes, reinícios de novos rumos desprovidos de um fim de terra ou de mar desligado.

Em relação às vias utilizadas pelo mestre e pelo discípulo, são dois modos de se confrontar com a vida: o primeiro mais atinente à Essência de tudo o que nos envolve, o segundo imiscuíndo-se no que é utilitário, obtendo a satisfação pelo resultado prático de cada conclusão.
Platão voltado para o incomensurável e eterno, prenúncio de todos os fundamentos da Gnose, Aristóteles orientado para o usufruto das conclusões imediatistas de pendor dogmáticamente unitário.

Abraço fraterno
Paulo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tem muita razão Lisa, Pessoa intentou ultrapassar os medos que o contornavam  esventrando-os pela lucubração profunda da sua pesquisa, sem fronteiras internas nem cancelas impeditivas de alcançar o recôndito da procura ou as metas nunca alcançadas antes dele. Tudo passava pelo seu crivo sem dar atenção aos dogmas que o ferissem no seu desbravamento ininterrupto, na ânsia desmedida mas, ao mesmo tempo, tranquila de atingir o seu famigerado galardão de felicidade pessoal, anúncio da descoberta sem limites de outros tantos horizontes, reinícios de novos rumos desprovidos de um fim de terra ou de mar desligado.</p>
<p>Em relação às vias utilizadas pelo mestre e pelo discípulo, são dois modos de se confrontar com a vida: o primeiro mais atinente à Essência de tudo o que nos envolve, o segundo imiscuíndo-se no que é utilitário, obtendo a satisfação pelo resultado prático de cada conclusão.<br />
Platão voltado para o incomensurável e eterno, prenúncio de todos os fundamentos da Gnose, Aristóteles orientado para o usufruto das conclusões imediatistas de pendor dogmáticamente unitário.</p>
<p>Abraço fraterno<br />
Paulo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: isabel silva</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/aprenda-a-controlar-suas-emocoes/comment-page-1/#comment-7723</link>
		<dc:creator>isabel silva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 14:21:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.gnostica.org.br/?p=182#comment-7723</guid>
		<description>Achei superior esta sua dissertação.
Um abraço fraterno,
Isabel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei superior esta sua dissertação.<br />
Um abraço fraterno,<br />
Isabel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: lisa</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/aprenda-a-controlar-suas-emocoes/comment-page-1/#comment-7718</link>
		<dc:creator>lisa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 21:29:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.gnostica.org.br/?p=182#comment-7718</guid>
		<description>Excelente,esclarecedora,profunda,pertinaz e bela, esta Dissertação Filosófica de Gnose!
Um abraço fraterno.
Lisa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente,esclarecedora,profunda,pertinaz e bela, esta Dissertação Filosófica de Gnose!<br />
Um abraço fraterno.<br />
Lisa</p>
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		<title>Por: Paulo Sérgio</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/aprenda-a-controlar-suas-emocoes/comment-page-1/#comment-7715</link>
		<dc:creator>Paulo Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 11:31:34 +0000</pubDate>
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		<description>Se Aristóteles é o arauto da ciência mais terrena ou profana, Platão o mestre, aponta a sua atenção para o alto, para o que transcende, para a Essência de todas as coisas.

Platão foi professor na Academia que fundou no então terreno do ginásio de Academo,teve vários discípulos entre eles Aristóteles, seu apaniguado admirador que mais tarde divergiria do pensamento do mestre fundando o Liceu, antigo ginásio nos arredores de Atenas, (ver comentário anterior sobre Aristóteles).

Todos os Gnósticos deveriam ter como base de leitura filosófica, para além dos conceitos órficos e pitagóricos sobre a eternidade da alma, os Diálogos I (1) na obra de Platão &quot;A República&quot;, especialmente o seu livro VII (7)relativo à &quot;Alegoria da Caverna&quot; e os Diálogos IV (4), nomeadamente os capítulos referentes a Filebo, Timeu e Crítias.

Platão na &quot;Alegoria da Caverna&quot; contrapõe os homens acorrentados na  caverna ao que se passa no exterior dela aqui tudo é resultado das ideias, ali, na caverna, o mundo é aparência vã, manipulada pela componente sensitiva. As ideias e a alma existem antes de nós e passam para outros corpos depois de nós. A alma é eterna e antes de estar num novo corpo ela comtempla as ideias que através da remeniscência, (lembrança) reconhece como realidade perene quando desceu a esse corpo.

O maior prazer para Platão é o conhecer como sinónimo de virtude, pois o conhecimento pressupõe o verdadeiro conhecimento do Bem como antípoda do vício, resultado da ignorância, daqui se depreende a dicotomia entre o Deus Bom que não criou o mundo e o Demiurgo, deus subalterno, obreiro do mundo material sob domínio do espírito malévolo.

O tempo e as sucessões revolucionadas das várias eras são medidos pela marcha dos astros, vistos como deuses que orientam os caminhos, nossos e de todos os elementos que constituem o universo, almas onde a inteligência gira circularmente, associada às energias celestiais dimanadas pelos diferenciados propósitos de cada astro.

Para Platão a memória explica o desejo, os maiores prazeres vêm a seguir aos desejos mais violentos que são pagos pelas mais vivas dores. Prazer e opinião são duas faces de uma mesma moeda, equivalem à falsidade pois são protótipo de uma vida desregrada, sensualista, oposta à existência regrada de uma vida sábia que nada pretende em excesso. Só devemos pois apoiar os desejos que favoreçam a saúde e a temperança

Platão menciona também a Dialética da Consciência, a suprema ciência entre as demais, ciência imparcial do conhecimento certo do Ser que procura o eterno e o imutável das coisas como verdadeira ciência que é, oposta às antíteses e sínteses da transitoriedade e do mutável provenientes do cientifismo profano, preocupado apenas com a satisfação das necessidades vulgares da vida. 

Não podiamos acabar esta resenha sobre Platão sem focarmos o mito da Atlântida.
Como é do conhecimente de todos, Platão foi o primeiro a apontar nos seus escritos a existência deste grande continente na zona do presente oceano Atlântico, segundo informação dada por um velho sacerdote egípcio aquando da deslocação do filósofo a estas paragens do oriente médio, à zona onde a sociedade Akaldana (atlante) tinha erigido, em tempos, uma Universidade na qual a Astrologia era o principal motivo dos estudos. Os 4 elementos (fogo,ar, água e terra) representados na Esfinge, eram a origem da composição do mundo, tendo concebido o círculo, a forma esférica mais perfeita de todas, representativa dos astros bem como do espírito e servindo de base ao zodíaco nos estudos astrológicos.

Platão considerava que as doenças apareciam quando os 4 elementos estavem em excesso ou defeito e a perversidade seria um desequilibrio dos 4 elementos adicionada a uma má educação. A saúde seria então a boa proporção entre a alma e o corpo, exercitando-as, a primeira através da música e da filosofia, a segunda pela ginástica e pelos longos passeios pedestres.

Abraço fraterno
Paulo Sérgio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se Aristóteles é o arauto da ciência mais terrena ou profana, Platão o mestre, aponta a sua atenção para o alto, para o que transcende, para a Essência de todas as coisas.</p>
<p>Platão foi professor na Academia que fundou no então terreno do ginásio de Academo,teve vários discípulos entre eles Aristóteles, seu apaniguado admirador que mais tarde divergiria do pensamento do mestre fundando o Liceu, antigo ginásio nos arredores de Atenas, (ver comentário anterior sobre Aristóteles).</p>
<p>Todos os Gnósticos deveriam ter como base de leitura filosófica, para além dos conceitos órficos e pitagóricos sobre a eternidade da alma, os Diálogos I (1) na obra de Platão &#8220;A República&#8221;, especialmente o seu livro VII (7)relativo à &#8220;Alegoria da Caverna&#8221; e os Diálogos IV (4), nomeadamente os capítulos referentes a Filebo, Timeu e Crítias.</p>
<p>Platão na &#8220;Alegoria da Caverna&#8221; contrapõe os homens acorrentados na  caverna ao que se passa no exterior dela aqui tudo é resultado das ideias, ali, na caverna, o mundo é aparência vã, manipulada pela componente sensitiva. As ideias e a alma existem antes de nós e passam para outros corpos depois de nós. A alma é eterna e antes de estar num novo corpo ela comtempla as ideias que através da remeniscência, (lembrança) reconhece como realidade perene quando desceu a esse corpo.</p>
<p>O maior prazer para Platão é o conhecer como sinónimo de virtude, pois o conhecimento pressupõe o verdadeiro conhecimento do Bem como antípoda do vício, resultado da ignorância, daqui se depreende a dicotomia entre o Deus Bom que não criou o mundo e o Demiurgo, deus subalterno, obreiro do mundo material sob domínio do espírito malévolo.</p>
<p>O tempo e as sucessões revolucionadas das várias eras são medidos pela marcha dos astros, vistos como deuses que orientam os caminhos, nossos e de todos os elementos que constituem o universo, almas onde a inteligência gira circularmente, associada às energias celestiais dimanadas pelos diferenciados propósitos de cada astro.</p>
<p>Para Platão a memória explica o desejo, os maiores prazeres vêm a seguir aos desejos mais violentos que são pagos pelas mais vivas dores. Prazer e opinião são duas faces de uma mesma moeda, equivalem à falsidade pois são protótipo de uma vida desregrada, sensualista, oposta à existência regrada de uma vida sábia que nada pretende em excesso. Só devemos pois apoiar os desejos que favoreçam a saúde e a temperança</p>
<p>Platão menciona também a Dialética da Consciência, a suprema ciência entre as demais, ciência imparcial do conhecimento certo do Ser que procura o eterno e o imutável das coisas como verdadeira ciência que é, oposta às antíteses e sínteses da transitoriedade e do mutável provenientes do cientifismo profano, preocupado apenas com a satisfação das necessidades vulgares da vida. </p>
<p>Não podiamos acabar esta resenha sobre Platão sem focarmos o mito da Atlântida.<br />
Como é do conhecimente de todos, Platão foi o primeiro a apontar nos seus escritos a existência deste grande continente na zona do presente oceano Atlântico, segundo informação dada por um velho sacerdote egípcio aquando da deslocação do filósofo a estas paragens do oriente médio, à zona onde a sociedade Akaldana (atlante) tinha erigido, em tempos, uma Universidade na qual a Astrologia era o principal motivo dos estudos. Os 4 elementos (fogo,ar, água e terra) representados na Esfinge, eram a origem da composição do mundo, tendo concebido o círculo, a forma esférica mais perfeita de todas, representativa dos astros bem como do espírito e servindo de base ao zodíaco nos estudos astrológicos.</p>
<p>Platão considerava que as doenças apareciam quando os 4 elementos estavem em excesso ou defeito e a perversidade seria um desequilibrio dos 4 elementos adicionada a uma má educação. A saúde seria então a boa proporção entre a alma e o corpo, exercitando-as, a primeira através da música e da filosofia, a segunda pela ginástica e pelos longos passeios pedestres.</p>
<p>Abraço fraterno<br />
Paulo Sérgio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Sérgio</title>
		<link>http://www.gnostica.org.br/aprenda-a-controlar-suas-emocoes/comment-page-1/#comment-7696</link>
		<dc:creator>Paulo Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 15:04:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.gnostica.org.br/?p=182#comment-7696</guid>
		<description>Olá a todos,

Espero que estejam a ter um belíssimo fim de semana e que o continuem a desfrutar da melhor maneira.

Retomando o meu anterior comentário, gostaria apenas de vos comunicar que a célebre cantora brasileira Maria Bethânia vai estar na Casa Fernando Pessoa no dia 21 de Julho para declamar poesia portuguesa, brasileira e de outros países de expressão portuguesa.

Assim sendo, será de todo conveniente alterarmos a nossa visita de 20 para 21 de Julho e aproveitarmos esta grande oportunidade de, ao visitarmos a casa de Pessoa, ouvirmos em simultâneo leitura poética feita por uma reconhecida artista do país irmão, que declamará também outros tantos poemas de poetas dignos de compartilharem com Pessoa este encontro poético em sua casa.

Abraço fraterno
Paulo Sérgio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos,</p>
<p>Espero que estejam a ter um belíssimo fim de semana e que o continuem a desfrutar da melhor maneira.</p>
<p>Retomando o meu anterior comentário, gostaria apenas de vos comunicar que a célebre cantora brasileira Maria Bethânia vai estar na Casa Fernando Pessoa no dia 21 de Julho para declamar poesia portuguesa, brasileira e de outros países de expressão portuguesa.</p>
<p>Assim sendo, será de todo conveniente alterarmos a nossa visita de 20 para 21 de Julho e aproveitarmos esta grande oportunidade de, ao visitarmos a casa de Pessoa, ouvirmos em simultâneo leitura poética feita por uma reconhecida artista do país irmão, que declamará também outros tantos poemas de poetas dignos de compartilharem com Pessoa este encontro poético em sua casa.</p>
<p>Abraço fraterno<br />
Paulo Sérgio</p>
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