Manifestem-se gnósticos!

>Coluna: Cristiano A. Moretti, Artigos See this post in English

Por: Pan Veritrax.

Vivemos em um mundo dinâmico e veloz, onde as informações das mais variadas fontes são acessíveis a todos de forma rápida e barata. Não me refiro, aqui, apenas à internet e as facilidades que ela oferece. Mesmo para a produção literária os recursos que dispomos hoje nos oferecem um enorme poder de atuação. Este é o mundo da Era de Aquário.

Mas diante de tantas publicações, páginas na internet, livros, revistas, panfletos, textos e artigos podemos encontrar realmente muito pouco material de estudo e difusão do gnosticismo. As poucas editoras que se interessam em empreender publicações gnósticas limitam-se à edição de livros de Samael Aun Weor sem demonstrar qualquer interesse em publicar títulos que não os “clássicos”. As páginas na internet seguem o mesmo caminho limitando-se apenas a disponibilizar uns poucos livros para cópia eletrônica sem sequer se preocupar em traduzir os textos ou revisar os livros traduzidos (que geralmente são de péssima qualidade). Não vemos jornais ou revistas destinadas aos estudantes gnósticos ou à difusão do gnosticismo. Nem mesmo panfletos ou publicações mais simples ao estilo dos antigos “fanzines”.

Temos tanta facilidade, tantas oportunidades, e tão pouca vontade em divulgar nossos estudos ou mesmo expressar nossas idéias a outros estudantes.

Diante disso pergunto a meus Irmãos gnósticos: por que o silêncio?

Em sua atual manifestação o gnosticismo trabalha pelo estudo e divulgação pública dos ensinamentos que foram, durante séculos, mantidos em segredo pelos antigos cristãos que possuiam as verdadeiras chaves dos ensinamentos deixados por Jesus e pelos antigos Mestres.

Seguindo as características típicas de cada era e obedecendo o tradicional compromisso de entregar seus ensinamentos apenas aos mais preparados, as antigas escolas gnósticas sempre atuaram em segredo. O sigílo, o segredo, era realmente uma das características mais marcantes do passado período de nossa civilização conhecido pelos estudantes do esoterismo como Era de Peixes. Mas esta característica é antes uma necessidade temporal, de acordo com os cìclos da evolução terrestre, do que propriamente uma regra típica das instituições filosóficas. Assim a Era de Peixes teve seu fim e com ela a necessidade da rígida seleção daqueles que teriam o direito de receber as antigas chaves da filosofia cristã.

Com o advento da nova etapa da evolução terrestre, conhecida pelos estudantes do esoterismo como Era de Aquário, inicia-se uma nova era com novas tendências e necessidades. Como uma reação ou equilíbrio ao segredo e a obscuridade das expressões da fase anterior esta nova fase traz a tendência dominante do descobrimento e da abertura. Assim, o que antes deveria ser ensinado a uns poucos deveria ser agora divulgado publicamente.

Dentre as várias correntes gnósticas atualmente atuantes a mais expressiva é, certamente, a iniciada por Samael Aun Weor. Esta corrente marca um verdadeiro ressurgimento do antigo gnosticismo reapresentando suas bases tradicionais à realidade cultural e psicológica dos tempos atuais através de uma síntese objetiva da filosofia, ciência, arte e religião. Assim teve início o Movimento Gnóstico que chega até nossos dias através de inúmeras instituições independentes e autônomas dedicadas a divulgação, ao estudo e à prática dos ensinamentos do cristianismo esotérico.

Isto é de conhecimento de todos os estudantes gnósticos.

O que por vezes é esquecido é que a atual manifestação do gnosticismo não se constitui propriamente em uma “ordem” ou uma “escola” mas sim em um “movimento”, sendo, como o próprio nome sugere, dinâmico, progressivo, expansivo e atuante.

As escolas atuais atem-se ao trabalho de estudo e divulgação dos ensinamentos deixados pelo cristianismo esotérico mas não se dedicam à progressão ou a expansão desses ensinamentos. Estão estagnadas, inertes, como as antigas escolas da Era de Peixes, dedicadas apenas a ensinar e a perpetuar a tradição. A atual Era de Aquário é a era da expansão, do dinamismo, da abertura e é necessário que nós, gnósticos, nos sintonizemos com esta nova entropia pois este é o principal objetivo do Movimento Gnóstico criado por Samael Aun Weor, do qual somos herdeiros.

Nossos estudos não se baseiam somente na religião e na filosofia mas também na arte e na ciência. Portanto devemos alimentar e estimular o espírito de pesquisa e de descoberta e a melhor forma de assimilar novas visões e novas idéias é a troca de informações. A manifestação ativa e intensa que vemos hoje nas mais variadas correntes de pensamento é uma característica típica da Era de Aquário e não há porque nos opormos a essa tendência. Muito pelo contrário. Devemos buscar a harmonia com essa corrente expansiva. E para isso devemos nos expressar de forma livre e ousada.

Quando um estudante gnóstico dá uma conferência suas palavras atingem aos ouvintes e logo desaparecem, engolidas pelo tempo, estando acessíveis apenas para aqueles que possam consultá-las na Luz Astral.

Quando um estudante registra suas palavras em um texto impresso este poderá ser lido por várias pessoas e poderá se perpetuar até mesmo depois de sua morte.

A grande maioria dos antigos Mestres dedicou muito tempo e energia para registrar suas descobertas e seus pensamentos em textos escritos, para que todos pudessem estudá-los e tirar deles algum proveito para o seu trabalho individual. A instrução através da palavra escrita é essencial no caminho filosófico gnóstico. Basta refletirmos sobre o número de obras dos primeiros gnósticos que sobreviveram às investidas da igreja romana ou mesmo sobre a quantidade de livros escritos por Samael Aun Weor.

Mas muitos gnósticos atuais acreditam que o que já foi escrito é o “registro definitivo de todo conhecimento” e que nada mais pode ser acrescentado. Isso é um equivoco tremendo.

Há muito a ser acrescentado. Há muito a ser expandido. Há muito a ser comentado e esclarecido.

Quantas experiências valiosas e quantos ensinamentos deixaram de chegar até nós por não terem sido registrados pelos investigadores gnósticos que não deram o devido valor aos próprios frutos de seu trabalho?

As mentes conservadoras e herdeiras das influências da Era de Peixes acreditam que tudo deve permanecer estático, intocado, estável. Acreditam que os textos sagrados e as obras tradicionais falam por si. Não devem ser comentadas, ampliadas por novos textos nem tão pouco esclarecidas pois qualquer acréscimo poderia deturpar a obra original. Ora, não estamos falando aqui em adulterar qualquer texto. E sinceramente não acreditamos que qualquer produção possa macular ou ofuscar o brilho dos textos sagrados e tradicionais. Por mais que alguns não gostem da idéia nós estamos na Era de Aquário, e esta é a era da abertura, da livre discussão, da expressão de idéias, do movimento.

Os textos sagrados continuarão sempre sagrados. As obras fundamentais do gnosticismo sempre serão nossa bússola e nosso mapa na via da revolução interior. A livre e ativa expressão de idéias e pensamentos por parte dos estudantes gnósticos não prejudicará de qualquer forma nossos trabalhos. Muito pelo contrário. A produção de textos que visam o esclarecimento e a expansão das informações que dispomos só vem a contribuir com o desenvolvimento e a expansão do gnosticismo.

Se um estudante tem algo a dizer para uma pequena platéia em uma sala de conferências de uma escola gnóstica ele certamente tem algo a transmitir ao público em geral – gnóstico ou não – através de produções escritas. E conhecemos muitos instrutores e estudantes capacitados e oferecer textos de importância inestimável.

Nosso trabalho não deve ser egoísta, focado apenas ao nosso pequeno círculo de contatos. É possível fazer um trabalho mais abrangente sem grandes transtornos e sem prejudicar os trabalhos específicos dentro das escolas. Basta ter vontade.

Mas para que eu deveria manifestar minhas próprias idéias se tantos Mestres, obviamente mais preparados para esse trabalho, já o fizeram? Realmente o valor dos ensinamentos deixados pelos Mestres que concluíram a Grande Obra é inegável. Mas não podemos desmerecer os livros, artigos e textos dos que ainda estão percorrendo o caminho. Durante sua jornada cada estudante encontra armadilhas, comete erros, aprende novos ensinamentos, formas alternativas de aplicar determinadas técnicas, novas perspectivas ou instruções diretas dos Mestres que o estão guiando em seu processo. Como podemos comprovar nos trabalhos em grupo nas escolas gnósticas, a troca dessas informações e experiências é de grande auxílio no desenvolvimento interior pois oferece novos pontos de vista e informações complementares que ainda não haviam sido percebidas por outros estudantes.

O grande número de temas e áreas de estudo do gnosticismo e o raio pessoal de cada estudante faz com que ele, durante seus estudos, dedique mais atenção a certas áreas de interesse. Certamente o conhecimento e as descobertas realizadas nessas áreas merecem ser compartilhados pois serão de grande auxílio a todos os estudantes gnósticos – principalmente aqueles que se dedicam ao estudo de áreas similares.

Apesar do conhecimento deixado pelos antigos Mestres apresentarem o caminho mais seguro para o estudo da Gnosis e existir um grande número de textos deste gênero disponível muitos buscadores não conseguem se adaptar a perspectiva ou a linguagem utilizada nesses textos. É comum, também, que esses textos exijam um bom preparo cultural e filosófico para que sejam compreendidos. Para contornar esses problemas de linguagem e fornecer a instrução básica para o estudo de obras mais profundas os textos produzidos pelos estudantes mais experientes é essencial.

Muitas são as pessoas que não ingressam ou não prosseguem nos estudos do gnosticismo por não conseguirem superar a densidade de determinados textos. Outros prosseguem filiados às escolas mas não se sentem motivados ao estudo das obras fundamentais. Todos esses problemas poderiam ser solucionados pela produção de textos de instrução de estudantes mais experientes que já superaram esses problemas e estão aptos a auxiliar os demais esclarecendo e incentivando seus companheiros.

Como a Verdade se expressa no mundo físico sob várias perspectivas, normalmente encontramos, durante o estudo dos textos dos antigos Mestres, algumas divergências sobre determinados assuntos. Essas “incoerências” constituem um grande obstáculo para muitos estudantes que, não percebendo que se tratam de perspectivas diferentes de um mesmo todo, consideram todo o ensinamento uma incoerência interrompendo o estudo. Outros não conseguindo encontrar a “aresta” que uma essas duas visões acabam por eleger uma delas baseados na crença, rejeitando a outra. Isso é muito comum. Assim o estudante perde a oportunidade de receber muitas instruções valiosas por rejeitar prematuramente os ensinamentos de determinado autor. Este é um outro ponto em que os estudantes mais experientes podem oferecer ajuda valiosa, demonstrando os pontos de ligação e de síntese entre os ensinamentos de vários Mestres, permitindo acesso a novas fontes de informação. Percebemos que Samael Aun Weor dedicou grande parte de sua obra a apresentar esses pontos de ligação entre várias correntes de pensamento mas muitos esclarecimentos foram deixados a cargo dos estudantes. Samael apontou o caminho e cabe aos estudantes gnósticos continuar esse trabalho.

Mas o que achamos que sabemos não provém do Ego e da Falsa Personalidade? Esta é realmente uma questão comum em algumas escolas atuais. Certamente o estudante gnóstico possui o Ego e a Falsa Personalidade. Mas não possui ele, também, um Cristo Íntimo? Se toda expressão dos estudantes provém unicamente do Ego como poderiam existir as escolas e os grupos de estudos? Como poderia o ensinamento e a proposta gnóstica ser transmitida? Como poderíamos realizar nosso trabalho de auto-realização? Tudo isso é possível por um poder muito maior: a Consciência. Focar o trabalho interior no Ego ou no Cristo é uma questão de escolha de cada estudante. Se o foco de seu trabalho está sobre o Ego para ele tudo parecerá corrupto e falso. Mas se o foco de seu trabalho está sobre o Cristo e sobre sua Consciência ele certamente poderá contar com essa força maravilhosa para desenvolver seus trabalhos de auxílio a humanidade.

Todos nós podemos ajudar em muito a prosseguir com o trabalho iniciado nessa esfera de existência pelos antigos Mestres. A essência do conhecimento já foi aberta a todos. Agora cabe a nós continuar o trabalho para que todos possam ter acesso a essas informações e possam compreendê-las e aplicá-las da melhor forma possível.

Atualmente é muito fácil e barato divulgar idéias através de textos impressos ou eletrônicos. A internet oferece a possibilidade de expor idéias e informações a todo o planeta de forma gratuita. A popularização dos computadores, impressoras e fotocopiadoras nos permite a divulgação de textos em forma de livros, revistas ou panfletos de boa qualidade a um custo muito baixo. Os recursos materiais estão a nossa disposição. Então vamos utilizá-los!

O ensinamento gnóstico é muito amplo. Os textos dos Mestres estabelecem nossa base de trabalho mas há muito a ser pesquisado, estudado e transmitido dentro das várias áreas específicas. A essência nos foi entregue mas ainda a muito a acrescentar e fazer isso é tarefa de cada estudante gnóstico.

O gnosticismo foi iniciado nessa nova etapa da evolução terrestre como um “movimento”. Vamos abandonar a comodidade da crítica inerte e partir para a ação, divulgando, instruindo e se expressando de forma livre e ampla, como um legítimo movimento.

Há muito a ser dito.

Tantos temas, tantas técnicas, tantas idéias. Comentários para os textos, esclarecimentos de questões controversas, orientação para o estudo e a prática, resenhas e resumos, apresentação de novas descobertas, de novas idéias e de maneiras mais adequadas para desenvolver as antigas chaves nos tempos modernos.
Meus Irmãos gnósticos, vamos honrar o legado dos antigos Mestres, vamos parar de nadar contra as correntes da nova Era de Aquário, e desenvolver um trabalho ativo pela continuidade e expansão do gnosticismo. Editem livros, não somente os “clássicos” mas os seus próprios livros. Façam palestras, seminários e congressos, por mais simples que sejam. Editem periódicos, revistas e jornais. Criem páginas na internet e enviem artigos para listas de discussão eletrônicas. Editem panfletos e artigos e distribuam de forma acessível e barata. Usem todos os meios possíveis para manter o gnosticismo em movimento.

Manifestem-se gnósticos!

L. L. L. L.

Pan Veritrax (Cristiano Alexandre Moretti)

www.aureasapiencia.org

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9 Comentários

  1. Rodrigo

    Tudo se renova…o ensinamento é arcaico e atual,sempre velho e sempre jovem….
    O jovem é progressista,faz acontecer,penso que todo gnóstico deva ser um jovem,seja qual for sua idade.

    Em cada obra literária o que mais importa é sem sombra de dúvida o “autor”,por isso a necessidade urgente do triunfo interior.

    Porém, lutemos com as armas que temos…
    Como gnósticos,atualmente,nos vemos na obrigação de fazer a gnose acontecer, caso contrario simplesmente “não somos”.

    De fantasia esotérica o mundo já está empanturrado… …agora é a hora dos “jovens de espirito”,dos rebeldes que lutam por sua comquista interior.
    Para poder apresentar a todos,uma obra verdadeira.

  2. Rubenice

    Olá! Gostaria de pedir permissão´pra usar sua idéia do banner do Sócrates: Só sei que nada sei, se até SOCRÁTES pensava assim, VOCÊ… mas vamos adaptar, mudar esse final para convidar o público a frequentar as novas turmas de gnose aqui em Porto Velho. Posso?
    Obrigada pela atenção!
    Paz Inverencial

  3. Giordano Cimadon

    Olá Rubenice,

    Fique à vontade.

  4. MARIA

    Caro Giordano,

    Como estudante da GNOSIS ETERNA a algum tempo – se é que o tempo existe na REALIDADE … – gostaria de conclamar nossa união como buscadores da autorealização intima, divulgando sites, livros, locais de palestras, congressos, etc., posto que o PLANETA PRECISA MOVER-SE EM TORNO DE LUZ, FRATERNIDADE, HARMONIA E PAZ E, CADA UM DE NÓS É RESPONSÁVEL PELO CULTIVO DESSE ESTADO ANIMICO DE COMPREENSÃO FRATERNAL…

    COLOCO-ME Á DISPOSIÇÃO PARA TROCARMOS IDÉIAS.

    FRATERNALMENTE
    PAZ INVERENCIAL

  5. Paulo Sérgio

    Considero muito interessante este estudo aprofundado dos legados históricos, filosóficos e artísticos do passado com vista a uma divulgação sustentável dos postulados gnósticos que, ao procurarem uma explicação originária e metafísica dos acontecimentos, desviam-se intransigentemente das publicações oficiais, destituídas de uma abrangência fundamentada e por isso cristalizadas no tempo presente. Contudo, não se deve escamotear drásticamente o contributo oficializado, discernindo, com clareza e objectividade, o que de verdadeiro e aproveitável existe nesses testemunhos, complementando ou enriquecendo-os, de forma a alargar-se os conhecimentos de todos os que procuram alcançar um saber para além de um conhecimento meramente factual, quantas vezes distorcido por consequências inerentes a uma época determinada.

  6. Cristiano Alexandre Moretti

    Mas também não devemos ser demasiadamente críticos buscando antes a praticidade e, até, o pragmatismo.

    Extender demais a visão para o próximo passo pode nos trazer a sensação de impotência ante a proposta de toda jornada o que seria, certamente, falso visto que o impedimento encontrado se deve não ao caminho em si mas sim à estratégia por nós escolhida.

    A perfeição é algo incógnito aos imperfeitos sendo, então, ridícula a tentativa de medi-la ou conceitualizá-la.

    Cabe a nós, caminhantes desta jornada, dar um passo de cada vez com confiança e certeza pois eles, certamente, estão sendo guiados por mãos invisíveis.

    Assim sendo toda experiência e todo testemunho apresentam a verdade obtida em determinado ponto do caminho e cada orientação dada por qualquer um dos desbravadores do desconhecido constitui preciosa informação para os que seguem o mesmo caminho alguns passos atrás.

    A dúvida e a insegurança são inimigos terríveis que devem ser estirpados sem demora.

    Confiar em si mesmo e em sua própria Gnosis é uma exigência para todo aquele que busca a Luz.

    Aos que não se afirmarem como estrelas e seguirem sua própria órbita com determinação e coragem só restarão as trevas da desilusão e da frustração.

    Portanto reafirmo a todos os verdadeiros irmãos que buscam sinceramente a Luz que abdiquem destes delírios mentais e marchem em frente com altivez e confiança carregando no coração a certeza de que cada passo a frente constitui um posto mais próximo de nossa meta final.

    Coragem, irmãos!

    Que a luz do Cristo resplandesça em vossos corações.

    Cristiano Alexandre Moretti – Pan Veritrax

  7. Marcio Henrique

    Olá a todos, não sou gnóstico (talvez seja – ou sempre tenha sido), pela primeira vez encontrei algo que condiz com o que sempre pensei em relação ao cristianismo (POR FALTA DE INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO DO GNOSTICISMO), fico feliz de terem pessoas com este tipo de esclarecimento no qual sempre acreditei…
    Afinal o que o ser humano sempre buscou e busca é a LIBERDADE e a FELICIDADE, eu acredito que nós só poderemos alcançar estes propósitos atravéz do AMOR e da UNICIDADE (O ser humano terá que se sentir unido uns aos outros, pois esta é a única verdade).
    Então aqui fica a dica do meu canal no YOUTUBE:

    http://www.youtube.com/streetmarcio

  8. fabrizio ruggeri

    acho muito interessante la obra de samael, ma ele tambem esta sujeito ad erros. est evidente quando fala,uma polluizione depois la condanna. non consigo de accreditar a esta forma; asta che tem vida,voce” tem esperanca

  9. Pan Veritrax

    Olá.

    “acho muito interessante la obra de samael, ma ele tambem esta sujeito ad erros”

    Postei um artigo no site Áurea Sapiência sobre essa questão. Dêem uma olhada e comentem o que acham, ok?

    O site está em:

    http://www.aureasapiencia.org

    L. L. L. L.

    Pan Veritrax

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