Curso de Astrologia – Janeiro 2011

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Quando um indivíduo nasce, o céu reflete determinadas características únicas que constroem a base de sua personalidade. O mapa astral é uma fonte de referência e está repleto de potencialidades e tendências que apontam o caminho a ser trilhado e está distante de ser um manual de regras deterministas e fechadas.

Este curso apresentará de maneira didática os fundamentos da Astrologia. Logo após uma breve introdução histórica, serão estudados os elementos básicos de um mapa astral, incluindo as características dos Doze Signos do Zodíaco, a Roda Zodiacal e o Ciclo Solar, o Ascendente, as características dos Planetas, a influência dos Quatro Elementos sobre o Zodíaco e, por fim, o Sistema de Casas.

É muito fácil se inscrever no curso:

1. Clique AQUI para abrir o formulário de pedido online.
2. Selecione o Curso de Astrologia.
3. Selecione Meio de Pagamento (Boleto ou Transferência). Não cobramos taxa de boleto.
4. Clique em Calcular.
5. Insira seus Dados.
6. No formulário, clique em Finalizar Pedido.
7. Uma nova janela se abrirá contendo um novo link para que seja realizado o Pagamento.
8. Nela, confirme o meio de pagamento e clique em OK.

9. Se você escolheu Boleto, é só imprimir e fazer o pagamento. Se escolheu Transferência, é só dar sequência ao procedimento.

IMPORTANTE: O Boleto é emitido em sistema de Contra Apresentação, portanto, não há data de vencimento. Contudo, LEIA ATENTAMENTE as instruções abaixo:

O curso oferecerá APOSTILA e CERTIFICADO. Para que estes materiais estejam prontos no dia do curso, é necessário que o pagamento seja realizado com antecedência, através das formas de pagamento disponíveis ou na própria sede com horário previamente agendado. Além disso, AS VAGAS SÃO LIMITADAS. Com o preenchimento do formulário e a Finalização do Pedido, sua vaga para o curso estará RESERVADA. Somente após o pagamento é que sua vaga estará GARANTIDA. Caso o número de inscritos seja superior ao número de vagas, os últimos inscritos que garantirem suas vagas serão remanejados para uma nova turma, em data a ser definida.

Informações essenciais sobre o curso:

DATA: 30 de janeiro de 2011 (domingo).
HORÁRIO: 09:00hs (credenciamento) e 09:15hs (início pontual). O término será às 18:00hs.
LOCAL: Lumisial Gnóstico Pistis Sophia de Curitiba.
ENDEREÇO: Rua Marechal Deodoro, 252, cj. 301 (novo endereço).
TELEFONE: (41) 3024-3717 ou (41) 8441-0631

CUSTO: R$80,00 (incluindo a Apostila completa e o Certificado de Participação).

Haverá intervalos breves de almoço e coffee-breaks.

Em caso de dúvida, entre em contato conosco.

Curso de Tarô – Janeiro 2011

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O Tarô é uma poderosa ferramenta oracular, que serve também ao enriquecimento da sabedoria a respeito do hermetismo universal e ao autoconhecimento. O conjunto de suas lâminas, repletas de arquétipos e simbologias, constitui uma verdadeira enciclopédia do autêntico esoterismo, e um meio para vislumbrar as possibilidades que o futuro nos reserva.

Este curso estudará detidamente os 22 arcanos maiores do Tarô Clássico, e os 56 arcanos menores, através de suas combinações de Naipes, Números e Figuras. Serão explicadas formas práticas de compreensão da simbologia dos 78 arcanos, além de métodos de consulta objetivos, que permitirão ao aluno o manejo eficaz das lâminas.

É muito fácil se inscrever no curso:

1. Clique AQUI para abrir o formulário de pedido online.
2. Selecione o Curso de Tarô.
3. Selecione Meio de Pagamento (Boleto ou Transferência). Não cobramos taxa de boleto.
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5. Insira seus Dados.
6. No formulário, clique em Finalizar Pedido.
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IMPORTANTE: O Boleto é emitido em sistema de Contra Apresentação, portanto, não há data de vencimento. Contudo, LEIA ATENTAMENTE as instruções abaixo:

O curso oferecerá APOSTILA e CERTIFICADO. Para que estes materiais estejam prontos no dia do curso, é necessário que o pagamento seja realizado com antecedência, através das formas de pagamento disponíveis ou na própria sede com horário previamente agendado. Além disso, AS VAGAS SÃO LIMITADAS. Com o preenchimento do formulário e a Finalização do Pedido, sua vaga para o curso estará RESERVADA. Somente após o pagamento é que sua vaga estará GARANTIDA. Caso o número de inscritos seja superior ao número de vagas, os últimos inscritos que garantirem suas vagas serão remanejados para uma nova turma, em data a ser definida.

Informações essenciais sobre o curso:

DATA: 23 de janeiro de 2011 (domingo).
HORÁRIO: 09:00hs (credenciamento) e 09:15hs (início pontual). O término será às 18:00hs.
LOCAL: Lumisial Gnóstico Pistis Sophia de Curitiba.
ENDEREÇO: Rua Marechal Deodoro, 252, cj. 301 (novo endereço).
TELEFONE: (41) 3024-3717 ou (41) 8441-0629 ou (41) 8865-6431

CUSTO: R$80,00 (incluindo a Apostila completa e o Certificado de Participação).

Haverá intervalos breves de almoço e coffee-breaks.

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Promessas e Sonhos de Ano Novo

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Todas as vezes que a virada do ano se aproxima, as pessoas retomam o velho hábito de fazer promessas de ano novo. Os sonhos que não foram realizados no ano que acaba são lançados na contabilidade do ano futuro, na esperança de que ele apresente um saldo positivo.

A diferença entre as promessas é tão grande quanto a expectativa de que o próximo ano seja diferente daquele que acaba. Algumas estão relacionadas a dietas e restrições alimentares, outras se referem aos comportamentos emocionais e sociais,  e há ainda as que projetam melhores condições profissionais e financeiras.

Tal atitude faz parte do espírito de esperança generalizada de que a passagem do tempo seria capaz de trazer a realização de objetivos. Este estado esperançoso se torna mais agudo com a aproximação do final do ano, mas está presente todos os dias na vida das pessoas.

No momento em que nos vemos diante de um novo desafio ou de uma nova oportunidade, o natural seria dar início imediato à ação, a qual inclui um bom mas breve planejamento, uma execução ininterrupta e uma revisão permanente. Contudo, na maioria das vezes não é isso o que acontece.

As possibilidades encerradas nos desafios e nas oportunidades que se apresentam à nós são invariavelmente raptadas pela mente sonhadora, que dá início à projeção de uma sequência de imagens que infelizmente não correspondem à realidade, e tampouco produzem algo consistente e duradouro.

Pois sabemos que as imagens podem sim corresponder à realidade, e podem também ser o primeiro passo para a produção de utilidades individuais e coletivas. Os sábios ocultistas, antigos e modernos, têm dado o nome de clarividência ao emprego sadio e construtivo do poder da imaginação.

Mas o que acontece na maioria das vezes é que a mente se converte num dos mais sutis inimigos da felicidade humana. Uma das funções mais poderosas que possuímos, que poderia nos ajudar a realizar progressos materiais úteis e apropriados, para nós e para aqueles que convivem conosco, acaba nos levando à inércia, à falsa esperança e ao devaneio.

Um estudo dos mecanismos autômatos da mente humana nos permite evidenciar que tal funcionamento equivocado se deve ao desconhecimento de nossas necessidades mais autênticas. Esta ignorância das demandas legítimas do Ser, que evidentemente incluem as esferas mentais, emocionais e materiais, levam à criação de falsas demandas, também chamadas de necessidades artificiais ou simplesmente desejos.

Os desejos são resíduos psíquicos de experiências sensoriais que não foram processadas pela consciência. Isto dá origem à pequenos núcleos de energia psíquica potencial, que ao entrar em contato com manifestações materiais, astrais e mentais semelhantes, torna-se energia psíquica dinâmica que interage com o mundo também através do corpo, dos afetos ou da mente.

Como esta energia psíquica dinâmica é pequena, fruto de breves experiências sensoriais, não possui força suficiente para levar adiante os mais variados projetos, e por isso a maioria esmagadora dos desejos humanos são frustrados. Alguns sugerem inclusive que, a a realização de uma diminuta parcela dos desejos ocorre graças a fatores que independem da vontade humana, ou seja, são meramente o resultado das circunstâncias.

Se a frustração é inevitável mesmo quando os desejos são levados diretamente à ação, o que poderia ser dito em relação aos desejos – ou núcleos de energia psíquica – que passam da potência ao movimento no fantástico e irrestrito mundo da mente? Ali, naquele ambiente de infinitas possibilidades, cheio de cores, formas e movimentos, os desejos podem assumir formatos ilimitados, e mesmo as realizações mais olímpicas parecerão acessíveis ao mais torpe dos homens.

Quando entendemos que as promessas que nos fazemos na virada do ano, ou mesmo os sonhos que acalentamos em nosso cotidiano, não passam de impulsos energéticos fugazes, somos capazes de admitir que a mente sonhadora não nos conduz a verdadeiras transformações físicas, psicológicas ou espirituais.

Por mais firmes e determinadas que tenham sido nossas promessas para o ano de 2011, consideremos a necessidade de rever este mecanismo fantasioso e improdutivo de perseguir objetivos e alcançar melhoramentos em nossas vidas. Melhor seria ingressar ao ano que começa com a mente limpa de sonhos, agindo com simplicidade, sinceridade e objetividade.

Carlos Castañeda

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Para entender o fenômeno místico e esotérico mundial das últimas quatro décadas é necessário conhecer Carlos Castañeda, um dos autores mais misteriosos e impactantes dos últimos tempos. Sua obra compreende uma série de ensinamentos mágicos e psicológicos, envolvidos nos relatos de suas experiências vividas com don Juan Matus, um índio Yaqui mexicano.

Lançados no final da década de 1960, os escritos de Castañeda logo se tornaram uma referência para espiritualistas e antropólogos, o mesmo ocorrendo com sua figura pessoal. Muitos de seus leitores queriam reviver as experiências fantásticas narradas nos livros, ou mesmo travar conhecimento pessoal com Castañeda, quando não com o próprio don Juan.

Este interesse era motivado também pelas sombras que cercavam – e ainda cercam – sua estranha biografia. Enquanto alguns afirmam que Castañeda nasceu no Peru em 1925, naturalizado-se norte-americano em 1957, outros sugerem que Carlos Cesar Salvador Arana Castañeda na verdade nasceu no Brasil, na cidade de Mairiporã, no ano de 1935. A única certeza é que estudou antropologia nos Estados Unidos e aprendeu os segredos naguais no México, onde se tornou discípulo do bruxo don Juan Matus.

Sua naturalidade parece ser assunto que jamais será elucidado. No entanto, um fato curioso depõe contra sua nacionalidade peruana. Curiosamente, seus quatro primeiros livros teriam sido escritos em espanhol, mas foi necessária a contratação de um tradutor para a publicação das edições naquela que seria sua língua natural. Portanto, até mesmo uma foto que pretenda ilustrar a imagem real de Castañeda pode ser equivocada.

Publicou doze livros, os quais foram traduzidos para cerca de vinte idiomas e venderam aproximadamente dez milhões de cópias. Castañeda se converteu em um ícone do espiritualismo a partir da década de 70, e foi assunto de uma matéria de capa da revista Time, em março de 1973, cuja imagem ilustra este texto. Seus ensinamentos atraíram uma legião de seguidores, mas também críticos severos, que questionam a veracidade de seus relatos.

Seus três primeiros livros – A Erva do Diabo, Uma Estranha Realidade e Viagem à Ixtlan – foram escritos enquanto Castañeda ainda era aluno de Antropologia na Universidade da Califórnia. O conteúdo destas obras descreve os ensinamentos que recebeu de Don Juan, e serviu para que alcançasse sua graduação e seu doutorado nesta mesma instituição.

Castañeda narra os acontecimentos que o levaram a conhecer o bruxo Don Juan Matus no ano de 1960, com quem teve diversas experiências a respeito de realidades alternativas e de possibilidades adormecidas do ser humano. Don Juan é tratado como um autêntico Nagual, um homem que possui certos conhecimentos que o colocam na posição de líder de um grupo de sábios.

Através da narrativa de Castañeda é possível conhecer os variados poderes de um Nagual. Vivendo constantemente entre aquilo que chamamos realidade convencional e uma realidade alternativa – ou Estranha Realidade – um Nagual é capaz de assumir a forma física de um animal, através do emprego de elementos mágicos e ritualísticos de antigas civilizações do continente americano.

Quando encerrou sua aprendizagem com don Juan, num episódio narrado em seu querto livro, Porta para o Infinito, no qual apresenta completo domínio da ciência Jinas ao se atirar de um penhasco, Castañeda se retirou para uma casa em Los Angeles, onde reuniu um pequeno grupo de aprendizes, entre os quais se encontravam as “três bruxas”, suas discípulas mais próximas, cujos nomes fictícios são Florinda Donner-Grau, Taisha Abelar e Carol Tiggs.

Na década de 1990 deu início à divulgação da Tensegridade, uma série de movimentos que promovem mudanças físicas, energéticas e psicológicas, cujo objetivo seria conduzir o praticante a mais altos estados de consciência. Castañeda afirmava que tais exercícios faziam parte da antiga sabedoria dos Xamãs Toltecas, transmitida através de uma tradição composta por 25 gerações de sábios.

Também nesta época fundou uma instituição chamada Cleargreen, cujos objetivos seriam promover a Tensegridade através de seminários, além de cuidas das publicações do autor. Castañeda morreu em abril de 1998, devido à um câncer hepático. A obscuridade que o circundou durante toda a vida o acompanhou também durante a morte, que se tornou pública apenas em junho do mesmo ano.

Lendas de Lobisomens e Estados Jinas

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As criaturas fantásticas que habitam o universo das obras de ficção geralmente surgem de tradições antigas, mantidas entre os povos com o objetivo de proteger seus membros de perigos naturais e sobrenaturais. Por trás do terror que caracteriza tais lendas, em especial a dos lobisomens, podemos encontrar um fenômeno mágico, conhecido pelo nome de ciência Jinas.

Os lobisomens são figuras folclóricas e mitológicas descritas como seres humanos que possuem a capacidade de se transformar em um híbrido de homem e lobo. Seriam possuidores de poderes sobrehumanos, ou simplesmente humanos com aspecto de lobo dotados das faculdades naturais do animal, como visão e audição apuradas, agilidade de movimento, ferocidade e força.

A ficção moderna afirma que esta transformação ocorreria com todo aquele que houvesse sido mordido por outro lobisomem. Mas as antigas tradições apontam que esta capacidade estaria relacionada a um tipo especial de iniciação, na qual o neófito beberia um líquido especial e recitaria palavras de poder, para assim adquirir a habilidade de se transformar em animal. A primeira história de lobisomens é contada durante o Banquete de Trimalquião, evento narrado na obra Satíricon, do escritor romano Petrônio.

Se os gregos foram os primeiros a registrar a existência dos lobisomens, foi na Europa Ocidental e Central que as lendas se espalharam com maior intensidade, especialmente durante a Idade Média. Contudo, é interessante notar que em todas as partes do mundo são comuns histórias sobre pessoas que se transformam em criaturas animalescas e sobrehumanas, conforme afirma o filósofo e professor de história das religiões Mircea Eliade em seu livro Ritos e Símbolos de Iniciação.

Por toda a América do Sul existem narrativas de uma forma muito comum de Teriantropia – metamorfose de humanos em animais – conhecida com o nome de Nagualismo. Esta tradição religiosa sustenta que humanos podem facilmente se transformar em qualquer animal, desde os mais simples como cachorros e burros, até os mais ferozes, como jaguares e pumas.

Os praticantes desta religião eram chamados Naguais, mas nos dias de hoje, no México, recebem o nome de bruxos. A população teme estes bruxos, que à noite se transformam em toda espécie de animais noturnos para atacar seus inimigos e roubar seus pertences. Em épocas mais antigas, os Naguais eram figuras que mereciam a veneração do povo. Vistos como autênticos sacerdotes divinos, eram capazes de se deslocar pelas dimensões superiores do espaço, encurtando tempo e distância, para proteger, curar e abençoar.

Estas maravilhas era possíveis graças ao domínio dos Estados Jinas ou Ciência Jinas, a habilidade de colocar o corpo físico na quarta dimensão. Uma das técnicas ensinadas por Samael Aun Weor para alcançar este estado consiste em assumir voluntariamente a forma de um animal durante a meditação, no exato momento de transição entre a vigília e o sono. Desta maneira seria possível fazer o corpo penetrar na região etérica, e ainda continuar sendo visível e tangível do ponto de vista tridimensional.

Uma vez atingido tal estado de eterização do corpo físico, este se tornaria absolutamente plástico, podendo assumir à vontade as mais variadas formas. Além disso, o corpo estaria acima de muitas das leis físicas e químicas que regem o mundo material, o que desde o ponto de vista deste mundo o transformaria em um instrumento poderoso, de capacidades praticamente ilimitadas. É fácil compreender que, removido todo o terror fantástico das histórias de lobisomens, este personagem mítico seria a representação de um autêntico Mestre da Ciência Jinas.

O Significado Alquímico da Estrela de Belém

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O cenário do nascimento de Jesus é composto por diversos elementos de grande importância simbólica. Enquanto o menino representa a força crística que nasce no coração do iniciado, os animais do estábulo e a manjedoura nos recordam do veículo humano, subjetivo e imperfeito dentro do qual nasce o Filho de Deus.

Muitos outros aspectos natalinos merecem profunda reflexão, e muitos como a Árvore de Natal, o Papai Noel e o Presépio têm recebido nossa atenção em textos anteriores. Contudo, não poderíamos deixar de ressaltar o papel central que a Estrela de Belém desepenha no maior dos mitos cristãos, tanto em sua forma externa quanto em seu significado esotérico.

De acordo com as escrituras cristãs, os três Reis Magos do oriente foram inspirados pela aparição de uma misteriosa estrela a rumar em direção à Jerusalém. Lá chegando, buscaram saber onde o Rei dos Judeus nasceria. Orientados por uma profecia, seguiram em direção à Belém, novamente guidos pela mesma estrela misteriosa, que deteve seu curso nos céus exatamente sobre o estábulo onde nascia o menino Jesus.

Os teólogos cristãos, baseados no pensamento de Orígines, afirmam que a importância da Estrela de Belém reside no fato de ela ser o sinal do cumprimento da chamada Profecia da Estrela, presente no livro bíblico dos Números. A profecia fala da aparição de uma estrela e do surgimento de um rei, e o historiador Flávio Josefo chegou a afirmar que se referia ao Imperador Vespasiano.

Pelo lado da ciência muitos afirmam que a Estrela de Belém seria na realidade um evento astronômico de relativa importância, ocorrido há cerca de dois mil anos atrás. Diversos autores – até mesmo o célebre Johannes Kepler – sugerem uma porção de conjunções possíveis de terem ocorrido àquela época. Há quem sustente que a Estrela de Belém seria, na realidade, a aparição do cometa Halley que aconteceu no ano 12 d.C.

Muitos pesquisadores esoteristas sugerem que a aparição da estrela teria sido em realidade um evento de ordem astrológica e não simplesmente astronômica. De qualquer maneira, o fato dos Reis Magos serem considerados por muitos como astrólogos, seria um indício favorável a qualquer uma das duas perspectivas.

Contudo, uma exploração das implicações astrológicas do aparecimento da Estrela de Belém haverá de consumir extensas linhas em algum futuro artigo que os astrólogos gnósticos da Sociedade Gnóstica Internacional não tardarão em redigir.

Admitindo que a aparição da Estrela de Belém possa nos oferecer maiores benefícios espirituais práticos se considerada como uma alegoria ao invés de um acontecimento histórico, devemos refletir sobre o astro como um símbolo que carrega conhecimentos gnósticos de grande valor.

Considerando que a Estrela de Belém conduz os Reis Magos até o nascimento de Cristo, em primeiro lugar não devemos nos esquecer que este menino recém-nascido é o Cristo Íntimo que deve nascer em nossos próprios corações. Tanto os Reis Magos quanto a Estrela de Bélem, são augúrios deste nascimento espiritual. Como eventos que precedem a aparição do Salvador do Mundo em um ambiente secular e ordinário, ou seja, o surgimento do Cristo na alma do Iniciado, devem ser vistos como trabalhos esotéricos que este Iniciado deve realizar.

Em terminologia alquímica, os três Reis Magos representam as três etapas de preparação do mercúrio filosofal que resultam no nascimento do Rei Sol, ou seja, do Cristo. Por sua vez, a Estrela de Belém é o fator que conduz a progressão destas etapas, e sem ela jamais realizariam sua peregrinação espiritual desde o oriente até Jerusalém.

A Estrela de Belém simboliza o processo de transmutação alquímica, de transformação do mercúrio filosofal desde sua natureza imatura – simbolizada pelo Oriente – até seu pleno desenvolvimento – ao qual corresponde o nascimento do Rei Sol. Desta forma entendemos que a alegoria da Estrela de Belém contém o Grande Segredo ou Grande Arcano da filosofia oculta, que habilita aquele que o possui a manejar habilmente o mercúrio e alcançar a Pedra Filosofal, que é o próprio Cristo Íntimo.

Podemos compreender melhor este Grande Arcano que está encerrado no simbolismo da Estrela de Belém, através de outro astro bíblico, a Estrela de Salomão. Esta estrela é composta por dois triângulos entrecruzados, um com a ponta voltada para cima e outro com a ponta voltada para baixo. O triângulos representa o ser humano, nada mais que um trio de corpo, alma e espírito. Dois triângulos representam dois seres humanos que se cruzam, formando uma única figura de alto poder mágico.

Desde outro ponto de vista, o triângulo com o vórtice voltado para cima representa o espírito que domínia a matéria, enquanto o triângulo com o vórtice voltado para baixo representa o contrário. A linha da base do triângulo representa a matéria uma vez que os infinitos pontos que a compõem mostram como a Unidade – o vórtice – se manifesta infinitamente na Criação.

Assim, a Estrela de Salomão ensina a respeito do entrelaçamento do espírito com a matéria, da inteligência com o caos e da vontade com o instinto. Esta mescla inteligente pouco a pouco capacita a alma humana a encarnar em si o aspecto mais elevado do Cosmos, o próprio Cristo, aquele que é, segundo a Missa Gnóstica, o “espírito entre Deus e a Criatura”.

O Presépio de Natal e a Dialética da Consciência

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Todos sabemos que as comemorações de Natal existem para celebrar o acontecimento do nascimento de Cristo. Mas em meio a todos estes valores de consumo, descanso e reunião familiar, este evento tão importante se converte em uma vaga lembrança, e sua mensagem fica diluída nas mentes e corações humanos.

Felizmente, existe um recurso do qual podemos fazer uso para estar conectados com a mensagem do Salvador do Mundo mesmo estando expostos aos apelos da visão moderna do Natal. Nossas consciências são dotadas de uma dialética transcendente, capaz de nos colocar em contato com os princípios gnósticos universais encerrados nos mitos e nas alegorias natalinas.

Diferente da dialética racional, que contrapõe conceitos para dar origem a uma síntese intelectual,  a consciência, como instrumento de conhecimento do Espírito, uma vez confrontada com representações e figuras externas, recorda-se que tais elementos possuem preciosa correspondência com aspectos da Sabedoria do Ser, gerando como síntese uma Gnosis que nos coloca novamente em contato íntimo com esta mesma Sabedoria.

Esta intimidade cognitiva transcendental possui valor inestimável para nosso avanço espiritual. Através dela enxergamos a realidade última por entre o véu das formas materiais. Esta contemplação é livre de julgamentos e classificações conceituais, e corresponde ao ato de viver livremente a Sabedoria e o Amor divinos, algo completamente independente da perspectiva limitada e limitante que ordinariamente aprisiona a alma humana na subjetividade e na inconsciência.

O Natal é um evento perfeito para que a consciência utilize este recurso dialético. Existe uma profusão incomparável de simbologias às quais permanecemos expostos durante um bom tempo. Ao nosso redor, abundam exemplares da Árvore de Natal e circulam por todos os lados pessoas vestidas de Papai Noel. A exposição é constante e a oportunidade de crescimento espiritual se apresenta a todo momento.

Nesta época, encontramos também em muitos lugares o Presépio de Natal. Pinturas e modelos são feitos para representar o evento da natividade do Cristo, inevitavelmente trazendo consigo os diversos elementos citados nos evangelhos de Mateus e Lucas, num costume popularizado há quase oito séculos pelo místico cristão Francisco de Assis.

Contam as tradições que Francisco foi o primeiro a idealizar e a realizar a construção um presépio, com o objetivo principal de instruir as pessoas mais simples a respeito dos ensinamentos fundamentais do Cristianismo. Numa época em que o materialismo e a troca de presentes já se sobrepunham à doutrina do Cristo, o resgate da imagem do nascimento do Cristo cumpriu um papel pedagógico de grande importância. Reconhecido por autoridades eclesiásticas e imperiais, o presépio se tornou um dos elementos indispensáveis para as comemorações natalinas.

Sua ideia teria surgido de uma viagem que fizera à Jerusalém, onde tivera a oportunidade de conhecer o local tradicional do nascimento do menino Jesus. Francisco sabia que a essência religiosa do Cristianismo deveria se sobrepor às disputas dogmáticas, e foi sua fé nesta verdade o que o levou a desafiar os eruditos muçulmanos e a conquistar um espaço entre eles para difundir os ensinamentos do Cristo.

É somente através da dialética da consciência que o ser humano é capaz de reconhecer a unidade das religiões, mesmo por trás de sua pluralidade simbólica e de sua diversidade alegórica. Seguindo os ensinamentos práticos de Francisco de Assis, que preferiu a síntese de sua fé aos complicados debates teológicos, podemos aproveitar as festividades de Natal para cultivar a Gnosis viva em nossas consciências.

Origens Místicas do Papai Noel

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Sempre que o Natal se aproxima, vamos lentamente percebendo o retorno e a forte presença de um dos personagens mais controversos do imaginário popular. Seja nas ruas, nas lojas ou na televisão, o Papai Noel volta para servir de elo fundamental entre as esperanças infantis por presentes e o comércio, que lança mão de sua figura bonachona para impulsionar suas vendas.

Contudo, este é apenas um dos lados de uma história que teve início há séculos, e foi influenciada por tradições místicas cristãs e pagãs que carregam uma rica simbologia esotérica. Para analisar esta simbologia, é necessário ultrapassar os debates morais, bem como adquirir um conhecimento a respeito destas tradições.

A primeira delas está relacionada ao deus germânico Odin. Esta divindade e suas variações míticas era adorada pelos povos do norte da Europa antes da invasão do Cristianismo. Os mitos relatam que, todos os anos, durante as festividades germânicas de Yule, um festival de inverno celebrado no dia 25 de dezembro segundo o calendário cristão, Odin promovia uma grande caçada festiva pelos céus.

Odin realizava esta caçada com o auxílio de seu cavalo de oito patas, conhecido como Sleipnir. Este animal mágico era capaz de percorrer grandes distâncias em um tempo muito curto, assim como as renas que puxam o trenó do moderno Papai Noel. Como durante a longa viagem Sleipnir sentia fome e cansaço, precisava fazer algumas paradas para se alimentar. Então, as crianças deixavam suas botas próximas à janela, repletas de feno, açúcar e cenouras. Odin retribuía tais gestos bondosos com generosos presentes.

A segunda tradição que influenciou o mito moderno do Papai Noel envolve o bispo cristão Nicolau de Mira. São Nicolau, como também é chamado, possui a reputação de depositar em segredo moedas nas botas das pessoas mais pobres. O bispo ainda era chamado de Nicolau, o Taumaturgo, devido aos incontáveis milagres ocorridos devido à sua intercessão.

Numa das lendas que envolvem o personagem Nicolau, certo dia um açougueiro raptou três crianças que brincavam nas redondezas. Elas as matou, esquartejou, e depositou a carne de seus corpos mutilados em barril para que fossem curtidas. Havia escassez de alimentos naquela época, e a intenção do açougueiro era vendê-las no futuro como se fossem presunto. Antes que isso acontecesse, Nicolau chegou à cidade para aliviar a fome dos seus habitantes. Quando encontrou o açougueiro, não só foi capaz de entrever o crime que ele havia cometido, como também ressuscitou as crianças através de suas orações.

Outra lenda narra a história de um homem muito pobre, pai de três filhas que jamais se casariam pois jamais poderiam oferecer qualquer dote. Com isso, as jovens caminhavam para a prostituição. Quando soube do infortúnio desta família, Nicolau quis ajudá-la, mas sua modéstia o impedia de fazê-lo em público. À noite e em silêncio, aproximou-se da janela da casa daquela família e atirou para dentro três valiosíssimas pulseiras de ouro, uma para cada jovem, evitando assim o seu triste destino.

Os vários elementos destas duas tradições, uma iniciada nos primeiros tempos do cristianismo, e a outra pertencente ao conjunto de mitos pagão dos povos germânicos, colaboraram na construção de um arquétipo praticamente universal, e representa a figura da divindade recompensando aqueles que cumprem suas leis, especialmente oferecendo ajuda aos que necessitam, e contando com o poder providente de Deus.

Simbologia Esotérica da Árvore de Natal

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Entre os mais variados elementos tradicionais e  praticamente indispensáveis em qualquer decoração de festas de fim de ano, a Árvore de Natal não é apenas um objeto decorativo, mas representa uma verdadeira síntese de símbolos e representações esotéricas da alquimia, cabala e astrologia.

Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indica a Alemanha como país de origem. Uma das mais populares atribui a novidade ao padre Martinho Lutero, autor da Reforma Protestante do século XVI. Contam as tradições que certo dia, olhando para o céu através de alguns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o salpicado de estrelas.

Esta visão era semelhante a um colar de diamantes que pairava por sobre a copa das árvores. Tomado pela beleza deste cenário, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Lá chegando, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e decorou-o com pequenas velas acesas nas pontas dos ramos e papéis coloridos.

Muito antes na história, na época da Roma Antiga, havia uma festa chamada Saturnália, na qual os deuses do submundo eram cultuados, especialmente Saturno, o deus das colheitas e da morte. Nesta festa, os participantes entregavam oferendas à Saturno, pois acreditavam que o inverno era a fase em que a terra repousava, sendo estéril devido às condições climáticas. Estas comemorações aconteciam entre 17 e 23 de dezembro, mesmo período em que atualmente é o Natal. Nesta época os romanos penduravam máscaras em pinheiros para representar o deus Baco, que também era reverenciado e invocado.

Há também um paralelo interessante da Árvore de Natal com o esoterismo hebraico. Ela é a perfeita representação do famoso Etz Chaim, o diagrama cabalístico da manifestação divina no cosmos, que se inicia na séfira Kether e em espiral desce até a séfira Malkuth. É muito comum que as árvores de Natal sejam adornadas por uma espiral de pequenas luzes, uma alusão à energia divina que flui pelas esferas da árvore, levando a luz da divindade até os pontos mais escuros e densos da Criação.

Nas sociedades secretas chinesas, o pinheiro figura na porta da Cidade dos Salgueiros, ou Morada da Imortalidade. Ainda no Oriente, encontramos a árvore Boddhi, sob a qual Buda recebeu a iluminação, numa alusão à mesma Árvore da Vida hebraica, e também ao próprio Buda como força crística de transformação espiritual.

Para os gnósticos contemporâneos, conhecedores da magia elemental, o pinheiro representa a energia da Era de Aquário. Os elementais do pinheiro são responsáveis por conduzir a alma reencarnante ao seio familiar onde haverá de nascer uma vez mais. Além disso, a magia do pinheiro está relacionada à clarividência e à intuição, faculdades que permitem o acesso direto à Verdade, sem a necessidade do processo seletivo do intelectual.

A árvore de Natal é sempre uma conífera, ou seja, que produz frutos – ou conos – e tem forma aproximada de cone que simbolicamente é um triângulo em rotação e representa a Unidade de Deus em seu vértice superior e a Natureza ou multiplicidade nos indefinidos pontos que formam sua base. Em síntese representa a origem e a manifestação da natureza.

As bolas da árvore de Natal, originalmente, eram os frutos de verdade, especificamente os de casca amarelada, pois reportam os frutos de ouro do Paraíso. Na mitologia grega, as Hespérides viviam em um jardim de maçãs de ouro, cuja entrada é defendida por um dragão. Estes frutos paradisíacos são como desdobramentos do Sol, que é a origem e o provedor da vida.

O Misterioso Autor de Os Deuses Atômicos

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Nas prateleiras das estantes dos grandes autores esoteristas há uma obra cuja ausência dificilmente será notada. Trata-se do livro Os Deuses Atômicos, uma obra que não só chama a atenção pelos preciosos ensinamentos a respeito da prática da Yoga para ocidentais, como também pela excassez de informações sobre seu autor.

As edições publicadas em diversas línguas trazem como autor deste livro o emblemático M, letra que por muitos anos ficou cercada de mistério e que deu margem para as mais diversas interpretações. A mais popular delas leva os estudantes – especialmente aqueles que não leram o livro – a crer que o autor seja o Mestre Moria, um dos Mahatmas instrutores de Helena Petrovna Blavatsky.

Em outros momentos, já houve também quem equivocadamente considerasse que M seria um pseudônimo de autores como Aleister Crowley ou o próprio Samael Aun Weor. Este último mestre gnóstico inclusive cita em duas de suas obras o livro Os Deuses Atômicos, o que por si só deveria desfazer a mencionada especulação.

Na realidade, trata-se de um ilustre desconhecido, cuja identidade pode ser identificada até os dias de hoje apenas por Thurston, seu sobrenome. Quem revela este fragmento de sua identidade é Michael Juste, autor do livro The White Magician: An Occult Autobiography (O Mago Branco: Uma Autobiografia Ocultista). Nesta obra, Juste trata dos ensinamentos teosóficos que aprendeu na companhia de um ilustre amigo esoterista, o famoso teósofo e escritor espiritualista inglês Paul Brunton, além de apresentar o Irmão M, personagem que identifica como sendo o próprio Thurston.

Brunton teria sido um dos mais destacados discípulos de Thurston. Ele o conheceu em uma livraria, e neste encontro Michael Juste também estava presente. Então, Thurston, que era dotado de incríveis poderes místicos, realizou previsões sobre a vida de Brunton e fez contato psíquico com seu filho, que ainda estava sendo gestado. O filho de Brunton recebeu o nome do Mestre e veio a se chamar Kenneth Thurston Hurst. Já adulto, Kenneth ainda recordaria o contato com o Mestre de seu pai.

Anos mais tarde, Kenneth publicou uma biografia de seu pai, intitulada Paul Brunton: A Personal View by Kenneth Thurston Hurst (Paul Brunton: Uma Visão Pessoal por Kenneth Thurston Hurst). Além de revelar detalhes sobre a vida de Brunton, o livro ainda ostenta uma rara fotografia do misterioso Thurston, talvez a única imagem disponível deste mestre anônimo.

Passagens do livro de Juste sugerem que Thurston era um pintor de origem americana que viveu a maior parte de seu tempo em Londres. Seria ele um verdadeiro Adepto e profundo conhecedor da medicina tradicional dos iroqueses, dos quais seria descendente. Os iroqueses são uma nação indígena nativa da América do Norte, que vivia em torno dos Grandes Lagos, na região hoje compreendida pelo lado ocidental dos Estados Unidos e do Canadá.

Outros, como o Dr. J. Glenn Friesen, sugerem que Thurston seria na realidade o maçom Frederick W. Thurstan, que em Londres organizava reuniões espiritualistas na Loja Maçônica Hertford, em Battersea, distrito localizado no sul de Londres, com o objetivo de desenvolver poderes psíquicos. Frederick Thurstan colaborava com artigos em revistas ocultistas da época, como a Occult Review e a Teosophist, nos quais falava sobre os Mahatmas da Índia e os mistério do antigo Egito.

O título original em inglês do livro é The Dayspring of Youth, cuja tradução significa A Aurora da Juventude. Contudo, esta expressão corresponde a um fluxo de energia cósmica proveniente das hierarquias divinas, que se manifesta no início e fim de uma Era. Esta corrente energética chega até à atmosfera terrestre e com ela se mescla.

Através das práticas indicadas no livro, é possível se conectar diretamente com esta força e adquirir uma sabedoria esotérica mais apropriada aos novos tempos que se iniciam, toda vez que uma Era chega ao seu fim e uma outra tem início. Uma vez em contato com esta gnosis, o discípulo se converte em um verdadeiro instrumento deste novo ciclo cósmico.

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